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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Você está resolvendo o problema certo?


Deparando-se com um problema em sua vida, você se permite passar algum tempo analisando criteriosamente a essência da questão? Na empresa, sempre que se deparar com um obstáculo você se reúne com seus pares, superiores e subordinados para entender o âmago da questão?
Pois saiba que boa parte dos problemas não alcançam uma solução eficaz por falta de atenção adequada. Muita gente pensa que a velocidade ganha da precisão, daí diante de um obstáculo parte rapidamente para a execução, quando na maioria das ocasiões o melhor seria primeiro entender a sua essência.
Agir apressadamente, desprovido de uma boa estratégia e sem analisar adequadamente os fatos em busca da melhor solução, é o mesmo que ter boas sementes sem ter área adequada para semeá-las.
Encontrar a melhor solução para o seu problema depende do rigor que você adotará para identificar as causas e atuar na solução. No entanto, o que se comprova em boa parte das ocasiões é que as organizações (e as pessoas também) passam mais tempo “apagando incêndio”, do que gerando recursos. Isso porque ela não é eficiente em articular,de forma clara e concisa, os mecanismos de gestão preventiva. Aliás, muitas organizações sequer conseguem identificar quais os problemas são cruciais para a realização de suas missões e estratégias.

Evaldo Costa, escritor, consultor, conferencista e professor
O que quero dizer é que tanto as pessoas quanto as organizações perdem muito tempo, oportunidades, recursos financeiros e energia tentando resolver o problema errado. Daí, não raro, acabam adotando projetos que não estão alinhados com suas estratégias. Quer alguns exemplos? Quantas vezes você já viu as pessoas desistirem de algo que tenha sido euforicamente iniciado? Quantos projetos você já viu ser abandonado em sua empresa? Quantas vezes você já testemunhou um programa ser iniciado sem que questões essenciais tenham sido corretamente apreciado?
Uma explicação plausível pode ser: como muitas pessoas não têm o hábito de discutirem profundamente as questões pessoais antes de agirem, acabam adotando a mesma postura quando assumem posições de comando nas organizações.
Então, se é assim, necessário se faz tanto na vida pessoal quanto na profissional, formular as perguntas certas para solucionar os problemas certos. Logo, uma boa decisão para agir mais como maestro do que bombeiro, será dedicar tempo adequado, estratégia adequada e técnica apurada para analisar a situação, ao invés de agir precipitadamente.
Aliás, neste contexto, Albert Einstein, costumava dizer: “Se me fosse dada uma hora para salvar o planeta, eu gastaria 59 minutos definindo o problema e um minuto para resolvê-lo”.
Pense nisso e ótimo dia,
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Sobre o autor: Evaldo Costa é diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil. Escritor, consultor, conferencista e professor. Visite o site do autor emwww.evaldocosta.com

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Receita Federal alerta empresas sobre falsos fiscais


A Receita Federal do Brasil (RFB) alertou, por meio de nota, sobre falsos fiscais que se passam por servidores da RFB para abordar empresas. Essas pessoas podem ainda fingir fazer parte da Associação de Auditores na tentativa de simular uma ação fiscal e assim ganhar dinheiro das vítimas.
Confira a nota na completa:
Falsos fiscais abordam empresas em busca de dinheiro fácil. Algumas vezes, eles usam o nome de servidores da Receita Federal da ativa. Outras vezes, dizem que são da Associação de Auditores Fiscais. Ainda há aqueles que querem vender, falsamente, assinaturas ou anúncios em revistas do Fisco.
Normalmente, após alguns telefonemas ou envio de e-mails, eles se apresentam pessoalmente na empresa. Bem vestidos e com carteira funcional falsa, eles solicitam livros contábeis e lavram termos fiscais. Em síntese, criam toda uma encenação levando o contribuinte a sentir que realmente está sob ação fiscal. Para “aliviar a fiscalização”, esses falsos fiscais pedem quantias em dinheiro.
O contribuinte, percebendo que se trata de um falso fiscal, deve chamar a Polícia Civil ou a Polícia Federal para registrar o flagrante.
A Receita Federal do Brasil esclarece que não tem nenhuma revista ou associação autorizada a falar em seu nome. Quando abordada pela fiscalização da Receita Federal, a empresa recebe o Termo de Início da Ação Fiscal. Nesse termo, constam o número do Mandado de Procedimento Fiscal – MPF e uma senha de acesso. De posse dessas informações, o contribuinte deve, antes de qualquer providência, entrar no sítio da Receita Federal (www.receita.fazenda.gov.br) e seguir o seguinte caminho: todos os servicos/ fiscalização/consulta Mandado de Procedimento Fiscal. No sítio, o MPF vai confirmar a natureza e a origem da fiscalização.
É importante informar que nenhum fiscal da Receita Federal visita ou faz qualquer exigência ao sujeito passivo sem um documento escrito. Além disso, todo e qualquer valor devido à União deve ser recolhido por meio de DARF pelo sistema financeiro, jamais por um servidor.
Fonte: Receita Federal



terça-feira, 25 de setembro de 2012

Planejamento financeiro – Com dinheiro é assim: toma-lá, dá-cá!


Posted: 25 Sep 2012 05:21 AM PDT
Planejamento financeiro - Com dinheiro é assim: toma-lá, dá-cá!Nos últimos dias eu tenho começado conversas sobre finanças com a seguinte afirmação: com dinheiro é assim, é toma-lá, dá-cá! Acontece que o dinheiro é um recurso finito, restrito, limitado e que, portanto, deve ser muito bem direcionado para garantir bons retornos, proporcionando qualidade de vida diferenciada. Não é isso que todos desejamos?
Então eu quero lhe fazer um alerta: assim como pelas leis da Física dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo, igualmente pelas leis das Finanças dois gastos ou duas compras não podem caber dentro de um mesmo centavo, de um mesmo real, de um mesmo milhar de real, jamais podem caber dentro de uma mesma quantia de dinheiro, seja ela qual for.
A “lei” é esta: não se gasta o mesmo dinheiro com duas coisas distintas! Se você gastar certa grana com isto, não terá esta mesma quantia para gastar com aquilo, ou seja, com dinheiro é assim, é toma-lá, dá-cá. É abrir mão de uma coisa que você cobiça menos para, com a mesma grana, poder ter acesso a alguma coisa que você deseja mais.
Veja o caso da conta do celular, por exemplo. É legal, é bacana poder jogar conversa fora no celular sem ficar regulando, não é mesmo? Pena que custa muito caro: sua conta pode fácil-fácil chegar nos R$ 100,00 por mês, o que dá R$ 1.200,00 por ano. Trata-se de um bom dinheiro, certo?
Que tal, então, usar seu celular somente para passar recados, para conversas curtas, ou então apenas para conversas mais longas verdadeiramente importantes, aquelas que simplesmente não podem esperar a disponibilidade de um telefone fixo por perto ou mesmo a possibilidade do contato pessoal para tratar do assunto? Tudo é uma questão de hábito.
Quem sabe com isso daria para baixar a conta para R$ 50,00, economizando outros R$ 50,00 todos os meses, acionando dessa forma um interessante “toma-lá-dá-cá financeiro”: toma-lá R$ 50,00 de papo furado na conta de celular todos os meses versus dá-cá um novíssimo superaparelho de celular com mil-e-uma-funções, podendo trocá-lo sem dó por outro compatível a cada dois anos, sem para isso ter que colocar a mão no bolso. Que tal?
Sim, porque enxugando R$ 50,00 mensais na conta de celular, você terá acumulado algo como R$ 2 mil após três anos de investimento dessa economia mensal na caderneta de Poupança. E, veja, não se trata de nenhuma implicância minha com o celular, que eu acho “o maior barato”, uso (com o devido comedimento!) e gosto muito.
Dá perfeitamente para dizer que o mesmo raciocínio vale para qualquer outra conta, como a conta de luz, de gás, de água e por aí vai: é toma-lá desperdício versus dá-cá qualidade de vida! O juiz desse jogo é você! Até a próxima.

Foto de sxc.hu.
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Este artigo foi escrito por Marcos Silvestre.

segunda-feira, 18 de junho de 2012


SPED - EFD-Contribuições - Empresas de Lucro Presumido serão obrigadas a emitir a partir de julho de 2012


A Nodes Tecnologia, representante da Avira no Brasil, anunciou ter registrado nas últimas duas semanas elevado aumento do número de mensagens falsas relacionadas ao envio de Nota Fiscal Eletrônica e comprovante de depósito bancário, enviadas pelos cyber criminosos aos usuários de computador, com a finalidade de roubar informações sobre dados de conta bancária e de cartões de crédito. A movimentação dos hackers foi detectada pela equipe de suporte aos usuários da empresa, que orienta o usuário a tomar muito cuidado ao receber este tipo de mensagem.
Segundo Eduardo Lopes, diretor da Nodes Tecnologia, os cyber criminosos estão atentos ao que acontece no mundo dos negócios e sabem que as pessoas físicas e jurídicas podem estar em algum momento esperando um e-mail com a confirmação de um depósito ou envio de uma nota fiscal de algo que comprou pela Internet. “É nesta hora que surge a oportunidade para o ladrão”, alerta o executivo.
As mais recentes iniciavas dos cyber criminosos envolvem falso e-mail de lojas virtuais famosas no Brasil, que envia a nota fiscal por e-mail após a confirmação do pagamento junto com o número do pedido e a descrição do produto adquirido no corpo do e-mail. No caso dos comprovantes de depósito bancário, as mensagens pedem para abrir um arquivo em PDF anexado ao e-mail. “Em ambos os casos, é risco na certa”, adverte o executivo.
Outra dica dada pelo executivo para que os usuários fiquem livres do cyber criminosos é manter seu sistema operacional e todos os programas de computador sempre atualizados. “Os criminosos atingem o objetivo pelas brechas de segurança em qualquer software instalado. Se o usuário não faz esta manutenção, o risco é realmente alto e os prejuízos também”, ressalta.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

O mundo mágico da gestão ensinada pela Disney



1352591-1McKinsey? Harvard? MIT Sloan? Nada disso. A consultora empresarial da vez, em um momento em que as empresas americanas não podem bobear, é a Disney. Ou melhor, o Disney Institute, departamento destinado a vender a sabedoria adquirida ao longo de décadas de especialização na indústria de entretenimento. Os interessados, entretanto, costumam vir de outras áreas: Chevrolet, Häagen-Dazs, United Airlines, hospitais, salões de cabeleireiros e até um país inteiro, a África do Sul.
Uma reportagem do The New York Time mostrou alguns resultados impressionantes: a unidade infantil de um hospital da Flórida passou dos 10% mais mal-avaliados do ranking nacional de satisfação de pacientes para os 10% com melhor avaliação em apenas um ano (entre 2009 e 2010). Parte do sucesso do Super Bowl, em fevereiro deste ano, pode ser atribuída ao Disney Institute. Ele foi chamado a ajudar depois do vexame da falta de assentos nos estádios em 2011, que provocou indignação geral e um processo contra os organizadores. A Disney criou e pôs em prática um programa de treinamento para os 20 mil funcionários e participou da coordenação das atividades de orientação ao público.
Nem sempre divulgar a ajuda da Disney pega bem – o instituto tem até uma política de discrição por causa disso. Quando soube que o time de basquete New Jersey Nets havia chamado a Disney para acompanhar o projeto de um estádio, o jornal “New York Post” cravou a manchete: “Conheça o novo técnico dos Nets: Mickey Mouse”. Além da imagem infantil, a Disney tem uma tradição de ultraconservadorismo – até bem pouco tempo atrás, os funcionários não podiam usar barba nem bigode e as funcionárias eram obrigadas a cobrir as pernas com meias longas. O tipo de atendimento meloso também é alvo de gozações, mas não se pode negar que o público adora. Não é menor o sucesso do método Disney de tomar medidas de eficiência quase milimétrica. Por exemplo: as latas de lixo dos parques são colocadas a distâncias de 27 passos, porque observações levaram a concluir que esse é o percurso máximo feito pelos frequentadores antes de ceder à tentação de descartar o lixo em qualquer lugar.
No caso do hospital infantil da Flórida, alguns dos itens do aconselhamento foram tipicamente Disney: agora os pacientes são recepcionados por um ator vestido com roupas de safári e tocando um ukulele. Outras ideias sugeridas são mais prosaicas, mas guardam a marca da experiência dos parques de diversão. Os professores de Maryland, por exemplo, foram instruídos a agachar para falar olho no olho com as crianças, e funcionários da Chevrolet passaram a indicar direções com dois dedos, e não um, porque é mais delicado.
Foi assim que a receita do Instituto Disney dobrou nos últimos três anos. De início, os clientes tinham de viajar até a Disney World, na Flórida, e à Disneylândia, na Califórnia, para participar dos cursos. Recentemente foi criada uma rede de representantes para fazer contatos e depois coordenar o envio dos executivos do instituto às próprias empresas. Eles já partem com cursos preparados de acordo com as necessidades do contratante e até agora, ao que parece, ninguém se queixou dos serviços.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Formalidades Para Pagamento do Imposto com Débito em Conta

IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA


Conforme previsto na Instrução Normativa RFB nº 1.246, de 3 de fevereiro de 2012, art. 11, §§ 2º e 3º, o pagamento integral do Imposto de Renda da Pessoa Física ou de suas quotas e de seus respectivos acréscimos
legais podem também ser feito mediante débito automático em conta-corrente bancária;
Importante: Para quitação integral do imposto ou pagamento da 1ª quota através do débito automático, a declaração original ou retificadora deve ser apresentada até 31 de março de 2012;
Para as declarações entregue entre 01 e 30 de abril, somente será permitido indicar o débito automático a partir da 2ª quota, devendo o contribuinte recolher a primeira quota diretamente na rede bancária autorizada.
Em qualquer das situações, acompanhe se as parcelas estão sendo corretamente debitadas em sua conta corrente.

MEI - Dificuldades em Empréstimos Individuais

Governo está preocupado com a dificuldade dos empreendedores individuais para levantar empréstimos

De acordo com a Sebrae, mais da metade dos empreendedores que tentaram levantar empréstimos não conseguiram

Os bancos precisam facilitar o crédito aos empreendedores individuais, disse hoje (28) o secretário executivo do Ministério da Previdência Social, Carlos Gabas. Ele ficou preocupado com a oferta de crédito para esse tipo de empresário. De acordo com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), citados pelo secretário executivo, 18% dos empreendedores individuais tentaram levantar empréstimos, mas 57% não conseguiram ter acesso ao dinheiro. "Esse é, realmente, um desafio”, disse Gabas.

O secretário executivo participou de um dos painéis do Encontro dos Municípios com o Desenvolvimento Sustentável, organizado pela Frente Nacional de Prefeitos. O país tem, hoje, cerca de 2,2 milhões de empreendedores individuais.

Além do acesso ao crédito, Gabas apontou outros desafios, como a inclusão de novos empreendedores na economia formal. Para isso, ele defende uma divulgação mais intensa das vantagens de ser um empreendedor individual. Uma dessas vantagens é a cobertura da Previdencia Social.

Gabas disse também que os prefeitos têm papel importante na formalização dos empreendedores. “Há experiências de prefeitos que criaram conselhos do Empreendedor Individual, que colocaram nesses conselhos todas as entidades e setores do governo e da sociedade civil, que são os responsáveis por essa política”.

Para fazer o cadastro de empreendedor individual é preciso acessar o Portal do Empreendedor na internet e informar os dados cadastrais. O custo da formalização é o pagamento mensal de R$ 31,10 para a Previdência Social, equivalente a 5% do salário mínimo, mais R$ 5 para quem atua como prestadores de serviço, ou R$ 1 para quem atua no comércio ou na indústria. No portal, o trabalhador também pode imprimir o próprio carnê de contribuição.

quarta-feira, 28 de março de 2012

Imposto de Renda - CredConf Contabilidade


Saiba por que contratar a CredConf:
Diversas modificações estão ocorrendo no imposto de renda a partir do ano de 2011, através de novas ferramentas que estão sendo utilizadas pela Receita Federal para verificar as informações das declarações de pessoas físicas recebidas e aprimorar a “malha fina”:
Verificação integral das despesas médicas e planos de saúde pagos.
Verificação de operações financeiras, imobiliárias e patrimoniais de todos os tipos.
Aumento da complexidade da legislação.
Estes são alguns dos motivos exigem a contratação de profissionais qualificados e experientes para elaboração do imposto de renda, visando evitar transtornos de multas e notificações da Receita Federal do Brasil.

 Veja abaixo as vantagens de contratar a Credconf Contabilidade:
Nossos Técnicos possuem mais de uma década de experiência nos processos internos de análise e cruzamento de dados das declarações pela Receita Federal, e estão preparados para as novas mudanças.
Alto conhecimento da legislação do imposto de renda.
Evitar dor de cabeça de ter que ler e entender a legislação que é bastante complexa.
Reduzir a praticamente zero o inconveniente de cair na malha fina por erros de preenchimento.
Declaração e comunicação feita com o cliente pela internet ou telefone, para todos que contratarem nossos serviços.
Garantia total de sigilo absoluto das informações e o melhor custo/benefício do mercado.
Tranqüilidade e segurança na elaboração de sua declaração.

Para declarações diferentes das discriminadas no Plano IRPF Fácil, consulte-nos.


O que é restituição do imposto de renda?

O que é restituição do imposto de renda?Restituição do imposto de renda é a devolução da diferença do imposto pago a maior. Em outras palavras, se a diferença do imposto de renda a ser pago (descontando-se as deduções) em relação ao imposto já pago ou retido na fonte for positiva, o contribuinte tem saldo a pagar. Caso seja negativa, tem saldo a ser restituído.
Muitos contribuintes têm o imposto de renda retido diretamente na fonte pelos seus empregadores. Se não existissem deduções (condições para redução do imposto a ser pago) e o contribuinte tivesse apenas essa fonte de renda, o IR a ser pago já teria sido retido e não haveria saldo a pagar ou a restituir.
Entretanto as deduções existentes permitem que o saldo a pagar seja menor que o imposto já retido na fonte. Dessa forma o governo é obrigado a devolver – ou restituir – essa diferença, que recebe o nome de restituição do imposto de renda.
Para entender o cálculo do imposto de renda retido na fonte e conhecer algumas deduções permitidas, recomendo a leitura do artigo “Cálculo do imposto de renda retido na fonte“.

Como consultar a restituição do imposto de renda?

Consultar o valor da sua restituição é muito simples e rápido. O site da Receita Federaldisponibiliza uma página para consulta da restituição onde o contribuinte só precisa informar seu CPF.
Para tanto, basta acessar a página de consulta .
Além da consulta, o site também oferece a opção de cadastrar um número de telefone celular para receber uma mensagem (SMS) assim que a restituição for liberada.
Uma mensagem SMS (mensagem curta de texto) será enviada para o celular cadastrado sempre que uma restituição de IRPF, referente a qualquer exercício a partir de 2008, for disponibilizada para resgate. Basta realizar o cadastro e fazer a ativação com sucesso.
Para tanto, o contribuinte deve acessar a página de cadastro de celular.
Informações importantes sobre a restituição
§ 1999 até o ano passado. Na página da Receita Federal do Brasil na Internet estão disponíveis para consulta informações sobre as restituições dos anos 1999 a 2010.
§ Valor corrigido pela Selic. Todas as restituições, quando liberadas, são atualizadas pela taxa Selic.
§ Crédito em conta corrente. Ao pleitear a restituição ou o ressarcimento, o requerente deverá indicar o banco, a agência e o número da conta corrente bancária ou de poupança de sua titularidade em que pretende seja efetuado o crédito. O tempo de permanência da restituição automática na rede bancária é de 1 (um) ano.
§ Uma vez disponível, nada mais é acrescido. Uma vez colocado à disposição do contribuinte, o valor da restituição não mais sofrerá qualquer acréscimo, permanecendo fixo, independentemente da data em que o contribuinte receba a restituição.
Para saber todas as orientações sobre as restituições de imposto de renda pessoa física,acesse a página de orientações gerais, no site da Receita Federal. 


Estamos com uma página em nosso site voltada para a Malha Fina, caso seja esse o problema que está lhe dando dores de cabeça, conte com a CredConf Contabilidade. Consulte-nos!!!!


As 5 piores frases que você pode dizer para seu cliente

image001-95Ao lidar com consumidores, toda empresa precisa tomar cuidado com o que fala. Se propaga o conteúdo errado, o empreendedor pode perder o controle da situação e transformar um problema em uma verdadeira crise – principalmente agora que quase todo mundo descobriu o poder amplificador das mídias sociais.
O jornalista, autor e empreendedor em série Ron Burley listou no site da Inc. cinco das piores frases que você pode dizer na hora de atender às necessidades de um de seus consumidores. Leia com cuidado e fuja de todas elas:
1. “Essa é a política da empresa.”
Para Burley, essa é frase é o equivalente a “Você está sem sorte” e demonstra que a empresa não tem nenhum interesse na satisfação do cliente. O propósito principal é impedir qualquer tipo de diálogo. Para alguns consumidores, ela pode significar uma declaração de guerra. Segundo estudos feitos por Burley, grandes crises de empresas que se tornaram virais na internet começaram quando elas usaram essa nefasta sentença.
2. “Não há nada que possamos fazer.”
Obviamente, sempre existe algo que uma empresa possa pelo menos tentar fazer. Nenhum consumidor ficará feliz em ouvir isso depois de aguardar vários minutos em uma ligação ou depois de diversos e-mails ou mensagens trocadas no Twitter. Ele também simplesmente pode pedir o dinheiro dele de volta. E aí você perde não só uma venda mas também um cliente. Estimule que seu grupo de atendimento pense em alternativas para solucionar cada problema e recompense-os por isso.
3. “Você pode aguardar um momento?”
A maioria das pessoas vai responder com um sonoro “não”. E provavelmente vai levar a discussão para a internet, em que qualquer reclamação vira uma grande bola de neve. Se não houver alternativa, pelo menos seja específico sobre por que vai deixar o cliente esperando. Quem sabe a frustração não seja um pouquinho menor?
4. “Você precisará entrar no nosso site.”
Se, depois de um atendimento por telefone, seu cliente precisar ser direcionado para o site da empresa, não faça com que ele saia procurando o local específico. Envie um e-mail com o link da seção ou do documento que ele precisa achar.
5- “Isso é de responsabilidade do fabricante.”
Quer dizer que você se sente confortável em ganhar o dinheiro do seu cliente, mas, quando surge um problema, você prefere passá-lo adiante para o outro elo da cadeia? A relação financeira do consumidor é com você, e não com o produtor. Portanto, faça o máximo para resolver qualquer possível reclamação.


quinta-feira, 22 de março de 2012

Nova economia, os empreendedores e os recursos intangíveis


Nova economia, os empreendedores e os recursos intangíveisUma economia feita por otimistas, persistentes e sonhadores, é assim que estamos percebendo este momento positivo na economia mundial. Os empreendedores em suas startups e seus negócios inovadores acreditam que podem, acima de tudo e contra todas as probabilidades, construir algo melhor, desenvolver do nada e contribuir com mudanças para um mundo melhor.
No Brasil, vivemos o boom do empreendedorismo: parte significativa do mercado está, finalmente, dando o devido valor a esses que, contra tudo e todos os obstáculos, fazem acontecer. Com isso, o empreendedorismo deixa de ser apenas um meio ou alternativa de sobrevivência para assumir uma posição de importância no cenário nacional. Negócios são criados todos os dias, cada vez mais preparados, trazendo ao mercado serviços e produtos que tem um encaixe, que ofereçam soluções de problemas, brechas e oportunidades não exploradas.
Mesmo sem ter uma educação voltada especificamente para isso, onde se prepara também o aluno para o mercado de trabalho e para a vida empresarial, já temos menos morte empresarial antes dos dois anos de empresa. Segundo o Banco Mundial, somos 6,2 milhões de negócios empreendedores instalados e já estamos em terceiro lugar no ranking de empreendedorismo no mundo.
Mas, afinal, como eles conseguem sobressair no Brasil? Um país com leis antigas e uma complexa, lenta e burocrática máquina pública. Simples, operando à margem e no sentido de não precisar dele, com recursos próprios, da família, ou de um investimento semente, operando com ênfase no capital intangível.
Estes pequenos grandes negócios são tocados pelos sócios que fazem o capital intelectual e usam tecnologia de ponta, utilizam ferramentas gratuitas, serviços nas núvens pagando apenas pelo que usam, fazem uso do Marketing Digital para divulgar seus negócios e trabalham com maior eficiência com operações simplificadas e reduções de custos. O que existe de capital tangível é muito pouco que possa ser contabilizado e que seja essencial. O que significa dizer que, hoje em dia, é preciso de menos recursos para iniciar, construir e manter um negócio.
Até bem pouco tempo, no passado recente, uma empresa pra ter sucesso e conquistar mercado tinha que ter, além de um bom produto, altos investimentos em marketing tradicional, capital de giro, estrutura física, estoque, equipamentos, imóveis, entre vários outros componentes para formação do capital. Hoje, em empresas como Google, Microsoft e FaceBook, seus maiores e valorados ativos são software e gente qualificada. Ou seja, a maior parte são, efetivamente, recursos Intangíveis.
Individualmente, as PMEs (Pequenas e Médias Empresas) são apenas gotas no balde da econômica mundial – mas, no conjunto, fazem um grande volume, pois já são responsáveis por quase 65% do PIB global, segundo pesquisa da Forester Research.
As grandes indústrias e empresas já perceberam o valor da cadeia produtiva e da redução de custos na parceria com MPEs, já que da sinergia com elas derivam benefícios mútuos. As PMEs são hábeis em descobrir como ganhar vantagem, sempre que possível através de associações comerciais, por exemplo. Para uma pequena empresa, uma parceria com uma empresa maior, cuja marca, canal e força de vendas ou distribuição podem ser aproveitado é a grande oportunidade de que precisam.
Bem, não podemos somente comemorar o momento desta nova economia; essa situação tem que ser percebida como um todo. Não é fácil realmente valorizar uma coisa abstrata, que não é tangível, e ainda existem empresários que não entenderam a chamada Revolução Digital e tem dificuldade em valorizar um negócio com estas características.
Você já deve ter ouvido algo tipo “Se não tem mesa, cadeira, maquina, estoque, produto acabado e estrutura, não tem valor!”. Essa afirmação, infelizmente ainda encontramos no mercado, principalmente entre aqueles que aprenderam a fazer negócio na maneira antiga, desde o escambo.
Pense Nisso! @JoaoKepler




quinta-feira, 1 de março de 2012

Riqueza e qualidade de vida: é rico quem pensa como rico.


Riqueza e qualidade de vida: é rico quem pensa como rico.Em minhas aulas e palestras, costumo usar os termos RICO e POBRE com bastante frequência – inspirado no famoso livro “Pai Rico Pai Pobre”. Porém, em tais ocasiões, antes que qualquer ouvinte me acuse de politicamente incorreto, também costumo deixar bem claro o que cada um desses dois termos representa e significa para mim. É exatamente esse ponto de vista que gostaria de compartilhar com os leitores do Dinheirama.
Primeiramente, uso as palavras RICO e POBRE para diferenciar como as pessoas pensam (e, por consequência, agem), e não pelo quanto ganham por mês. Perceba que a diferença é imensa. Por tal conceituação, uma pessoa que tenha renda mensal de R$ 15.000,00 pode ser considerada pobre, enquanto outra com renda de R$ 1.500,00 pode ser rica. Isso simplesmente pelo fato de pensarem e agirem de maneiras diferentes. Para exemplificar como isso é possível, apresento o famoso exemplo da caixa d’água.
A riqueza e a caixa d’água
Imagine a situação de uma casa em que a caixa d´água que a abastece esteja completamente cheia. Essa fartura momentânea pode fazer com que os moradores da casa comecem a gastar mais água do que a bomba consegue repor. Assim, se ao longo do tempo as saídas forem maiores que as entradas, a caixa um dia ficará vazia e os moradores passarão sede.
Repare que esse exemplo, discutido de maneira pormenorizada em meu artigo “Entenda o Balanço Patrimonial e o Fluxo de Caixa”, demonstra que, para evitar problemas futuros, não adianta a caixa d´água estar cheia. É preciso que o fluxo de água seja constantemente positivo.
No campo financeiro, isso significa dizer que não basta ter patrimônio. É preciso que, consistentemente, as receitas mensais sejam maiores do que as despesas – na verdade, essa é a única maneira de se aumentar a riqueza. Aliás, se quiser medir sua riqueza, acesse este excelente artigo dos amigos do Blog Quero Ficar Rico.
Ricos e pobres pensam de maneira diferente
Com base no exemplo da caixa d´água e sua possível analogia com as finanças pessoais, já é possível delinear a diferença de pensamento entre pobres e ricos. Acompanhe a seguir.
Os pobres
Os indivíduos que se encaixam nessa definição têm sua conceituação sobre riqueza financeira baseada em quantos ativos se tem no Balanço Patrimonial. Isso significa que olham apenas se a caixa d´água está cheia.
Ainda é preciso destacar um detalhe importante: a riqueza percebida pelos pobres está geralmente associada a ativos que dão despesa. Isso porque, apesar de investimentos[bb] também serem ativos, o POBRE associa riqueza a quem possui casa de luxo, carros importados, roupas de grife etc., bens que geram mais despesas e aumentam as responsabilidades financeiras da família.
Ao lidar com as finanças pessoais, sua intenção é potencializar o consumo, acreditando que seu bem estar e qualidade de vida estão diretamente associados à quantidade de bens e serviços que consegue obter, nem que para isso seja preciso endividar-se.
Os ricos
As pessoas pertencentes a essa categoria dão grande importância ao fluxo de caixa, isto é, tomam providências para que, sistematicamente, entre mais líquido do que saia na caixa d´água. Dessa forma, é possível verificar que o RICO abre mão do consumo imediato e exacerbado em troca de receitas maiores que suas despesas. O destino para a “sobra” do dinheiro é inteligente: compram ativos que geram mais receita; ou, em outras palavras, investem.
Conclusão
Com base na argumentação construída ao longo do texto, é possível perceber claramente que diferencio POBRES e RICOS pela maneira como definem riqueza[bb] financeira. A maneira como pensam e agem são completamente distintas e independem de sua receita mensal.
Obviamente, uma pessoa RICA e com alta renda mensal, conseguirá atingir a independência financeira mais rapidamente que outra com renda menor, mas definitivamente o quanto se ganha não é condição suficiente para geração da verdadeira riqueza financeira.
A realidade é uma só: se você pretende se tornar uma pessoa rica, pense e aja como tal, independentemente de sua renda atual!
Boa sorte em suas finanças e vida pessoal. Até a próxima. Foto de sxc.hu.


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Óculos: o próximo produto revolucionário

oculos

A grande novidade tecnológica de 2012 deverá ser um par de óculos. O projeto está sendo desenvolvido a portas fechadas pelo Google e deverá ver a luz do dia no fim do ano. Os óculos vão captar informações em tempo real sobre os lugares e objetos vistos pelo usuário, como localização, dados sobre as imediações e indicações de que pessoas conhecidas estão nos arredores. O monitoramento da imagem real será feita por uma câmera de baixa resolução embutida nos óculos. A sobreposição de imagens virtuais a um ambiente real é o que se costuma chamar de “realidade aumentada”.

Os detalhes sobre o aparelho foram publicados no blog de Nick Bilton, no site do New York Times, na quarta-feira (22), e retomados pela versão impressa nesta quinta (23). As informações não foram comentadas pelo Google. A empresa teria a intenção de, em médio prazo, fazer com que os óculos venham a concorrer com os smartphones. Segundo as fontes citadas, os óculos operariam com o sistema Android, teriam conexão 3G ou 4G, sensores de movimento e GPS. O preço nas lojas, calcula-se, será o mesmo dos smartphones, de US$ 250 a US$ 600. O design seria semelhante ao dos Oakley Thumps, óculos de sol equipados com um tocador de MP3.
A ideia do Google não é investir em produção de larga escala, mas testar as possibilidades do produto já no mercado. Não se espera que se tornem acessórios de uso permanente, mas alguns engenheiros da empresa preveem que algumas pessoas vão adotar a novidade em tempo integral. Segundo Bilton, a Apple estaria desenvolvendo algo semelhante, só que na forma de um aparelho a ser preso ao pulso.
Comentando a notícia do “New York Times”, Stan Schroeder, do site Mashable, observou que os óculos são o sonho dos fanáticos por ficção científica, mas não parecem suficientemente úteis para se tornarem um sucesso de vendas. Ele lembra que nenhum produto de realidade aumentada conseguiu isso até hoje.
A reportagem que saiu no jornal nesta quinta explora possíveis cenas provocadas pelo uso dos óculos, comparáveis à estranheza causada pelos fones de ouvidos conectados aos smartphones, que fazem seus usuários parecerem zumbis falando sozinhos pelas ruas. Um professor da Universidade de Miami previu pessoas fazendo movimentos bruscos em reação a informações súbitas ou para desviar de objetos virtuais.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

4 Dicas para Transformar Conflitos em Ideias Positivas



boxe Conflitos geralmente são motivados por disputas de ego e competições de colaboradores em busca de resultados individuais. Além do desafio de administrar a empresa, o empreendedor também precisa estar atento a esse tipo de problema e utilizar uma percepção humana na gestão do comportamento organizacional.
Em um artigo recente, Ernesto Berg, especialista em liderança, aponta que conflitos podem ter um lado positivo caso sirvam como fonte de abertura para novas ideias e pontos de vista. Para ajudar a transformá-los em produtividade , o consultor sugere quatro dicas que podem ser implantadas no dia-a-dia.
1-Analise a situação de forma objetiva
Foque seus questionamentos nas origens do problema e nas pessoas envolvidas. Tente descobrir o que realmente aconteceu, desde quando a situação vem se desenrolando e se ela poderia ter sido evitada.
2- Aprenda a escutar
Nunca interrompa a explicação de outra pessoa. Aprenda ouvir as entrelinhas, analisando fatores como linguagem corporal e tom de voz. Pergunte ao colaborador sobre as suas sugestões para sanar o conflito.
3- Controle suas emoções
Administrar conflitos também significa administrar o seu próprio seu humor. Se a situação estiver muito confusa e os ânimos exaltados, às vezes é bom dar um tempo para que as cabeças esfriem.
4- Aponte saídas
Mostre exemplos de problemas semelhantes enfrentados por outras empresas, ressaltando os caminhos encontrados para solucioná-los.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

BIG BROTHER BRASIL - Indignação

 (Luiz Fernando Veríssimo)
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A  décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que  recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.




sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

O que são microfranquias?


O que são microfranquias?As microfranquias são consideradas a “bola da vez” na economia. Isto se deve ao grande crescimento que esta modalidade de franquias tem apresentado nos últimos anos, motivado especialmente pelo aumento da nova classe C brasileira.
A Associação Brasileira de Franchising (ABF) estima que já exista no país cerca de 2.500 franqueados de um total de mais de 50 marcas de microfranquias. Elas já representam 5% do segmento de franchising no Brasil, mas crescem a uma velocidade de 25% ao ano.
Mas o que são microfranquias? Quais as vantagens que este modelo apresenta para os empreendedores? Quais os cuidados que os interessados em atuar neste segmento devem tomar?

O que são microfranquias?

Microfranquia é nome dado às franquias cujo investimento a ser realizado pelo empreendedor não ultrapasse os R$ 50.000,00. Assim, trata-se de uma classificação dada pelo mercado e não pela lei, ou seja, elas estão sujeitas, assim como as demais franquias, às regras e condições estabelecidas pela lei n.º. 8.955/94 (Lei das Franquias Empresariais).
Como nas demais modalidades de franquia, a microfranquia é um sistema de parceria onde o franqueador, proprietário de um negócio, disponibiliza para interessados (os futuros franqueados) o uso da sua marca comercial bem como a transferência do know-how, ou seja, da tecnologia do seu negócio, com ou sem o fornecimento de produtos e serviços.
Vale lembrar que, para permitir o uso de uma marca, tal marca deverá ter sido devidamente registrada junto ao INPI – Instituto Nacional de Propriedade Industrial.

Vantagens

De acordo com os especialistas, as maiores vantagens apresentadas pelas microfranquias são o baixo investimento necessário para se iniciar o negócio bem como o rápido retorno desse investimento, sendo que o maior número de microfranquias encontra-se no setor de serviços, tais como ensino, serviços de beleza, reparos de roupas e sapatos, entre outros.
A maioria delas não exige um ponto comercial e pode ser operada de casa, no esquema home-based. Isso faz com que os custos operacionais (aluguel, transporte, refeição etc.) e de contratação de funcionários, por exemplo, sejam reduzidos.
É por esse motivo que o modelo tem tido um crescimento tão expressivo no Brasil – temos uma classe C atingindo praticamente 50% da população do país e ansiosa para ter o seu próprio negócio sem que haja a necessidade de um enorme investimento.

Cuidados necessários

Como em qualquer outro tipo de franquia, é preciso verificar qual a visibilidade da marca dessa franquia no mercado, pois quanto mais sucesso essa marca fizer junto aos seus consumidores, maior será a garantia de retorno do investimento realizado pelo franqueado.
Outro cuidado importante é verificar se toda a documentação da franquia, especialmente a sua circular de oferta está em acordo com o que estabelece a menciona lei n.º 8.955/94, e se o perfil do empreendedor é compatível com a atividade.
No caso de microfranquias montadas em quiosques, é preciso muita cautela com o contrato de locação do espaço onde eles se localizem, pois a mudança desse local pode até mesmo inviabilizar o negócio.
Sugestão: pesquise muito. Conheça seu franqueador, converse com franqueados e tenha sempre em mente que ser dono do seu próprio negócio pode exigir muito mais trabalho que ser um funcionário de uma empresa, especialmente no início.

Casos de sucesso

Separei duas matérias muito interessantes, que tratam de casos reais de sucesso com empreendedores que largaram seus trabalhos e abriram uma microfranquia:
Se está interessado e quer saber mais sobre franquias baratas, recomendo a leitura do artigo ‘10 franquias mais baratas do Brasil‘.