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terça-feira, 25 de setembro de 2012

Planejamento financeiro – Com dinheiro é assim: toma-lá, dá-cá!


Posted: 25 Sep 2012 05:21 AM PDT
Planejamento financeiro - Com dinheiro é assim: toma-lá, dá-cá!Nos últimos dias eu tenho começado conversas sobre finanças com a seguinte afirmação: com dinheiro é assim, é toma-lá, dá-cá! Acontece que o dinheiro é um recurso finito, restrito, limitado e que, portanto, deve ser muito bem direcionado para garantir bons retornos, proporcionando qualidade de vida diferenciada. Não é isso que todos desejamos?
Então eu quero lhe fazer um alerta: assim como pelas leis da Física dois corpos não podem ocupar o mesmo espaço ao mesmo tempo, igualmente pelas leis das Finanças dois gastos ou duas compras não podem caber dentro de um mesmo centavo, de um mesmo real, de um mesmo milhar de real, jamais podem caber dentro de uma mesma quantia de dinheiro, seja ela qual for.
A “lei” é esta: não se gasta o mesmo dinheiro com duas coisas distintas! Se você gastar certa grana com isto, não terá esta mesma quantia para gastar com aquilo, ou seja, com dinheiro é assim, é toma-lá, dá-cá. É abrir mão de uma coisa que você cobiça menos para, com a mesma grana, poder ter acesso a alguma coisa que você deseja mais.
Veja o caso da conta do celular, por exemplo. É legal, é bacana poder jogar conversa fora no celular sem ficar regulando, não é mesmo? Pena que custa muito caro: sua conta pode fácil-fácil chegar nos R$ 100,00 por mês, o que dá R$ 1.200,00 por ano. Trata-se de um bom dinheiro, certo?
Que tal, então, usar seu celular somente para passar recados, para conversas curtas, ou então apenas para conversas mais longas verdadeiramente importantes, aquelas que simplesmente não podem esperar a disponibilidade de um telefone fixo por perto ou mesmo a possibilidade do contato pessoal para tratar do assunto? Tudo é uma questão de hábito.
Quem sabe com isso daria para baixar a conta para R$ 50,00, economizando outros R$ 50,00 todos os meses, acionando dessa forma um interessante “toma-lá-dá-cá financeiro”: toma-lá R$ 50,00 de papo furado na conta de celular todos os meses versus dá-cá um novíssimo superaparelho de celular com mil-e-uma-funções, podendo trocá-lo sem dó por outro compatível a cada dois anos, sem para isso ter que colocar a mão no bolso. Que tal?
Sim, porque enxugando R$ 50,00 mensais na conta de celular, você terá acumulado algo como R$ 2 mil após três anos de investimento dessa economia mensal na caderneta de Poupança. E, veja, não se trata de nenhuma implicância minha com o celular, que eu acho “o maior barato”, uso (com o devido comedimento!) e gosto muito.
Dá perfeitamente para dizer que o mesmo raciocínio vale para qualquer outra conta, como a conta de luz, de gás, de água e por aí vai: é toma-lá desperdício versus dá-cá qualidade de vida! O juiz desse jogo é você! Até a próxima.

Foto de sxc.hu.
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Este artigo foi escrito por Marcos Silvestre.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Inspiração Empreendedora

crowleyAlgumas histórias de empreendedores nos inspiram e podem render boas lições. A trajetória de John Crowley é uma delas. Em 1998, o empresário americano trabalhava na área de marketing da Bristol-Myers e tinha acabado de concluir seu MBA em Harvard. Foi nessa época que descobriu que seus dois filhos mais novos, Megan e Patrick, tinham a rara doença de Pompe. Como não havia tratamento para o problema, por conta da degeneração dos músculos e do sistema nervoso, eles dificilmente chegariam aos 10 anos de idade.
Relutante em aceitar o destino das crianças, Crowley começou a buscar estudos sobre possíveis curas para a doença. Foi assim que ele conheceu o trabalho do pesquisador William Canfield. Certo de que a pesquisa de Canfield o levaria a resultados promissores, convenceu o acadêmico a fundar a Novazyme, uma startup de biotecnologia. A decisão, segundo o próprio Crowley, não foi fácil, pois envolvia abrir mão de um emprego estável e investir em uma área na qual tinha pouca experiência.
A empresa começou com doações, mas logo ganhou corpo ao levantar US$ 27 milhões de investimentos através de fundos de venture capital. O trabalho que estava sendo desenvolvido chamou a atenção do mercado e, em 2001, a Novazyme foi comprada por US$137,5 milhões pela Genzyme, uma grande empresa farmacêutica que já estava investindo em outras pesquisas para o tratamento de Pompe.  Dessa vez,  Crowley assumiu o cargo de vice-presidente. Mas logo  depois que o medicamento foi desenvolvido, ele precisou deixar o emprego novamente. Sua permanência configuraria conflito de interesses. A única forma de realizar os testes com Megan e Patrick seria com ele fora da empresa.
O remédio teve o efeito esperado e os filhos de Crowley apresentaram uma melhora significativa. Enquanto isso, Crowley se tornou CEO da Amicus Therapeutics, uma empresa que desenvolve pesquisas sobre doenças genéticas. Para aqueles que desejam virar empreendedores – ou já se tornaram um – o mais importante da trajetória do americano é a lição de que seja qual for o negócio em que nos envolvemos, é preciso ter muita determinação  e uma boa dose de paixão por aquilo que se faz.
Para conhecer melhor os detalhes sobre essa história, ela está contada no livro ‘The Cure’, da jornalista Geeta Anand (ainda sem tradução para o português).

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

BIG BROTHER BRASIL - Indignação

 (Luiz Fernando Veríssimo)
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço...A  décima primeira (está indo longe!) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil,... encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
Dizem que em Roma, um dos maiores impérios que o mundo conheceu, teve seu fim marcado pela depravação dos valores morais do seu povo, principalmente pela banalização do sexo. O BBB é a pura e suprema banalização do sexo. Impossível assistir, ver este programa ao lado dos filhos. Gays, lésbicas, heteros... todos, na mesma casa, a casa dos “heróis”, como são chamados por Pedro Bial. Não tenho nada contra gays, acho que cada um faz da vida o que quer, mas sou contra safadeza ao vivo na TV, seja entre homossexuais ou heterosexuais. O BBB é a realidade em busca do IBOPE...
Veja como Pedro Bial tratou os participantes do BBB. Ele prometeu um “zoológico humano divertido” . Não sei se será divertido, mas parece bem variado na sua mistura de clichês e figuras típicas.
Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que  recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo.
Eu gostaria de perguntar, se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis?
São esses nossos exemplos de heróis?
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros: profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor, quase sempre mal remunerados..
Heróis, são milhares de brasileiros que sequer têm um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir e conseguem sobreviver a isso, todo santo dia.
Heróis, são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.
Heróis, são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada, meses atrás pela própria Rede Globo.
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.
E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!!
Veja o que está por de tra$$$$$$$$$$$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social: moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?
(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores!)
Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir.
Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construída nossa sociedade.




quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

5 lições que você não vai aprender em uma sala de aula

Embora uma boa formação seja algo valioso para um empreendedor, é impossível ignorar o fato de que algumas coisas só se aprendem na prática. Investir em educação sempre vale a pena, mas a diferença entre a teoria e a realidade é que a última sempre vem com um número de variáveis que podem definir o sucesso ou o fracasso de um negócio. Então, se você acha que vale a pena conferir alguns conselhos de quem já sentiu na pele os desafios de abrir uma empresa, veja as dicas abaixo, compartilhadas por Khary Cuffe, fundador da produtora de vinhos Heritage Link, no site da Inc.
1. Abrir um negócio requer sacrifícios
Embora a afirmação seja um clichê, sua repetição nunca é demais. Nenhuma aula no mundo pode preparar alguém para o estresse físico, mental e espiritual que a abertura de uma empresa envolve. Acabam-se os horários de ir para casa, as férias e as horas de sono. A vida social e familiar fica mais limitada. Antes de começar a empreender, pergunte-se se está pronto para encarar tudo isso.

2. O sucesso raramente ocorre da noite para o dia

Esqueça histórias romantizadas, como as do Google e do Facebook. Elas são exceções. Empresas como Amazon e LinkedIn levaram anos até se tornarem lucrativas. Se você quer criar algo significativo, seja paciente, pois esse é um processo lento.
3. Se necessário, faça mudanças
Na maioria dos casos, é difícil manter-se extremamente fiel à sua visão original. É preciso estar atento e acompanhar as mudanças da economia e do mercado. Em vez de deixar fatores externos destruírem a sua ideia, aproveite a oportunidade para repensar o seu modelo de negócios e melhorar seus resultados.
4. Estratégias de vendas não podem ser ensinadas
Independentemente do seu público ou produto, é fundamental estar em contato direto com seus clientes para fechar um negócio. Você pode até aprender estratégias de vendas em uma sala de aula, mas o carisma de um bom vendedor é adquirido apenas ao longo dos anos.
5. Pense grande (mesmo que você seja pequeno)
Pensar em grande escala obriga o empreendedor a estabelecer metas ambiciosas e criar processos que viabilizem esse crescimento. Por outro lado, é importante conhecer as suas limitações para não crescer desordenadamente, dando passos maiores que as pernas. No final, tudo tem a ver com correr atrás do seu sonho dentro do seu próprio ritmo.


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Os chefes também ouvem (quando querem)

ShutterstockQuando chegam às posições de comando, os executivos param de receber avaliações no ambiente de trabalho. Por um lado, eles não têm mais chefes, orientadores e coaches que façam isso. Por outro, os colegas e os subordinados adotam uma postura distante, entre outras coisas por medo de que críticas sejam mal-recebidas. Mesmo assim, as chefias precisam e até sentem falta de feedback. Quando as opiniões aparecem em avaliações anônimas ou outros momentos esporádicos da vida corporativa, os executivos costumam se surpreender com o que ouvem ou leem. Um professor de gestão empresarial da Harvard Business School (EUA) e autor de vários livros, Robert Kaplan, monitorou um executivo em sua busca de feedback entre os subordinados e o ajudou num processo árduo para destravar as opiniões de sua equipe. A experiência foi publicada pela “McKinsey Quarterly”.

O executivo em questão era o mais graduado de uma empresa farmacêutica de porte médio. Quando Kaplan perguntou com quem ele se aconselhava, respondeu com nomes de pessoas de fora da empresa. Kaplan retrucou: “Mas quem de fato observa seu comportamento regularmente e pode dizer coisas que você não quer ouvir?” O executivo não respondeu, mas deve ter entendido a pergunta. Apesar de resistir a ser avaliado pelos subordinados, ele também se queixava de não conseguir um consenso na diretoria da empresa sobre várias questões estratégicas.
Contra a vontade, ele aceitou “entrevistar” pessoalmente cinco de seus subordinados diretos, seguindo uma sugestão de Kaplan. Depois de gastar muito tempo para convencê-los de que ele estava genuinamente interessado nas respostas e que isso o ajudaria a tomar decisões, o executivo descobriu que era visto como alguém que raramente consultava os subordinados, não sabia ouvir, era “defensivo”, não compartilhava suas convicções sobre questões de interesse comum e conduzia reuniões como se fossem apenas para anunciar decisões, e não para discutir ideias. O executivo passava a impressão de ser criativo, brilhante como estrategista, mas ineficiente como administrador e líder.
Ouvir essas verdades amargas o levou a adotar algumas medidas sob a orientação de Kaplan: estabeleceu reuniões periódicas com cada um dos subordinados diretos para discutir suas discordâncias específicas, criou um jantar mensal entre as chefias para conversarem francamente sobre assuntos de trabalho e reviu seu modo de estabelecer relacionamentos, incluindo o jeito de emitir opiniões, fazer perguntas e ouvir a equipe. Finalmente adotou como rotina o “exercício do papel em branco”, pedindo a funcionários de todos os níveis que escrevessem textos a partir de perguntas como: “Se você tivesse que começar uma empresa do nada, que tipo de mercado procuraria?” Ou: “Que tipo de produto ofereceria?” Ou: “Que tipo de pessoa contrataria?” E assim por diante, abordando questões organizacionais cada vez mais complexas.
Segundo Kaplan, depois de tudo isso, a empresa conseguiu agilizar os processos de decisão, criar um ambiente mais crítico e criativo e aumentar a motivação dos funcionários.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Uma tarde com mulheres empreendedoras

almocomulheresHoje tivemos um encontro especial aqui na Editora Globo. Quatro das nossas blogueiras – Maria Carolina Cintra, Marina Miranda, Raquel Marques e Silvia Valadares – e outras convidadas especiais, como Maria Helena Pettersson, sócia-líder da área Strategic Growth Markets da Ernst & Young Terco, e Mariana Weber, editora-chefe do site Meus 5 Minutos, almoçaram com a gente e conversaram sobre o blog Mulheres Empreendedoras e as iniciativas femininas no mundo empresarial.
Alguns dos temas que surgiram na animada mesa foram os estímulos para que as mulheres abram seus próprios negócios e quão diferente o comportamento feminino é do masculino no mundo empreendedor.
“De acordo com estudos estrangeiros, quando o homem quer empreender, a família toda apoia e aperta o cinto se for preciso. Com a mulher, não acontece o mesmo”, disse Raquel. “Muitas delas querem abrir um negócio, mas não fazem isso porque têm medo de perder a segurança do emprego. Mas nenhuma empresa é segura”, afirmou Maria Helena.
As blogueiras destacaram a importância do networking para desenvolver seus negócios e a necessidade de se adaptar a diferentes situações para obter bons resultados – tanto com homens quanto com mulheres. “Se todos estão jogando futebol, não adianta querer jogar basquete”, disse Marina. “Tenho realizado encontros de networking que são úteis para mim. Algumas amigas e eu estamos tentando planejar eventos aonde possamos levar crianças. O importante é que quem já está do lado de fora – as mulheres com filhos – não fiquem ainda mais excluídas”, afirmou Raquel.
Além de um bom papo, o encontro rendeu bons planos para o futuro. Essas mulheres têm muito a crescer no mundo empreendedor!

Um abraço a todos, principalmente a você mulher empreendedora, que luta para conquistar um espaço merecedor.
Até...

Posted: 07 Dec 2011 10:53 AM PST
Shutterstock
Com a internet e a redução dos preços de tecnologia, está caindo por terra o velho paradigma de que as empresas desenvolvem novos produtos para os consumidores, que apenas os recebem passivamente. Pesquisas internacionais recentes mostram que os consumidores geram, coletivamente, uma quantidade imensa de inovações em produtos. Se percebidos pelas corporações, esses consumidores e suas invenções podem ser uma fonte barata e de fácil acesso para saber o que o público espera e desenvolver produtos atraentes e com baixos custos de pesquisa e desenvolvimento.


Em um artigo publicado na Sloan Management Review, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), os pesquisadores Eric Von Hippel, Susumu Ogawa e Jeroen de Jong descrevem o fenômeno do consumidor-inovador percebido em três países: Estados Unidos, Japão e Inglaterra. No texto, eles apontam três conclusões principais. 1) Os consumidores são uma grande fonte de inovação em produtos. 2) Está cada vez mais fácil para os consumidores fazerem o design e criarem o que quiserem. 3) As empresas precisam reorganizar seus sistemas de desenvolvimento de produtos para aceitar e construir em cima dos protótipos criados por seus usuários.
O fenômeno deve ser maior nos países ricos por causa da educação e do nível de renda, dizem os pesquisadores. O perfil médio desse consumidor-inovador é o de uma pessoa bem-educada (com graduação, mestrado ou doutorado), que tem uma educação técnica (em ciências, engenharia ou curso técnico), e é homem. Mas, com a melhoria no ensino e a aparente predisposição para brigar pelo mercado de tecnologia, essa tendência poderá muito breve ser vista nos países emergentes, como o Brasil.
A maior parte dessas inovações surge da percepção de que o uso ou o design de determinado produto pode ser melhorado. Os exemplos vão desde roupas que podem ser vestidas por deficientes com apenas uma mão a ferramentas para poda de árvores e sistemas de escapamento para motocicletas Harley-Davidson. Em produtos digitais, essa potencialidade é ainda mais evidente. Usuários experientes já são pagos para debulhar softwares, achar seus erros e melhorar as funcionalidades. Em startups de base tecnológica, consultar o cliente para chegar ao produto ideal é quase um imperativo, em um processo chamado customer development (desenvolvimento pelo consumidor). Para saber mais, clique aqui.
O novo paradigma da inovação, como chamam os especialistas, traz implicações para consumidores e produtores. Do lado dos clientes, está ficando progressivamente mais fácil imaginar e criar produtos desejados. O custo de ferramentas de design está caindo, programas estão disponíveis de graça na web e são cada vez mais amigáveis ao usuário. Além disso, construir o produto também está mais fácil e barato. Impressoras 3D já são acessíveis a pessoas comuns. Além disso, pelo menos no exterior, empresas já aceitam confeccionar produtos a partir do design de consumidores. Utilizando tecnologias de CAM (computer-aided manufacture), que controlam máquinas via computador e aceleram o processo de produção, algumas companhias são capazes de confeccionar produtos inovadores encomendados não por empresas, mas por pessoas comuns, consumidores.
A maioria dos consumidores-inovadores não se prende à questão de propriedade intelectual – pelo menos é o que afirmam os autores, que entrevistaram cerca de 10 mil pessoas. Muitos querem que sua inovação seja disseminada. Outros não acreditam que ela vá despertar interesse. No entanto, algumas plataformas na internet já estão permitindo que os usuários publiquem seus designs para que possam ser conhecidos, estudados e avaliados por colegas e, quem sabe, por empresas interessadas.
Aí que as companhias devem ficar atentas. Segundo os autores, elas devem se perguntar: “o que precisa mudar se acreditarmos que os consumidores estão realmente desenvolvendo, criando protótipos e testando mercado para o que seria nossa mais recente inovação – isso tudo sem a nossa participação?”
As empresas precisam mirar essas criações com olhos despidos de preconceitos. Não são apenas esforços amadores, pobres em termos de engenharia. Eles refletem, muitas vezes, o uso que os consumidores querem. É uma informação valiosa para a empresa que, tomando cuidado com a questão de direitos autorais, pode utilizar a ideia e criar sua própria versão. As empresas também economizam dinheiro em pesquisa e desenvolvimento, pesquisas de mercado – tudo isso feito pelos consumidores, com seu próprio tempo e economias.
Para encerrar, os autores listam pequenos conselhos sobre o que as empresas devem fazer. Primeiro, parar de atacar os consumidores que modificam e inovam sobre os produtos. Pirataria deve ser vista como replicação para ganhos financeiros. Esses consumidores estão criando novos meios de usar os produtos. Segundo. Apoiar ativamente esses clientes especiais. Eles escolhem entre produtos e plataformas que oferecem o melhor retorno – seja aceitação do produto pelas companhias, incentivo das empresas para continuar em suas pesquisas particulares, bonificações, interação com o P&D da empresa. Por fim, dê o crédito da inovação a quem realmente merece: o consumidor. Além de angariar a boa vontade dos consumidores-inovadores, a imagem que será repassada à marca pode trazer mais benefícios positivos que qualquer campanha de marketing.


quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A internet mudou a forma como você lida com seus investimentos?

A internet mudou a forma como você lida com seus investimentos?Definitivamente a internet mudou o nosso dia-a-dia em muitas áreas. Mas uma das mais evidentes se refere ao acesso à informação. É algo que sentimos quando precisamos fazer uma busca por um termo ou assunto desconhecido, endereço ou telefone de um estabelecimento, preço de um produto ou serviço e, principalmente, por investimentos.
Porém, uma conquista que costuma passar despercebida é consequência direta deste acesso à informação: a autonomia que o indivíduo passou a ter, que tem uma dimensão inédita na história humana.
Na era do conhecimento, já se tornou clichê afirmar que informação é poder. Mas informação é poder por que ela confere autonomia ao indivíduo, que passa a poder tomar decisões de forma independente.

E é assim que você toma as suas decisões de investimento?

Bom, se você está lendo este blog, provavelmente sim. Hoje muita gente já sabe que o melhor investimento não é aquele que o gerente do banco indica. A internet trouxe o acesso a muita informação, que vem através de veículos, blogs ou mesmo milhares de pessoas dispostas a compartilhar suas opiniões. E você tem autonomia para decidir o que é melhor pra você!
Isso tem sido decisivo para os investimentos pessoais. As empresas se viram obrigadas a mudar seus modelos de negócios e oferecer de maneira online tudo o que antes era feito offline.
Há cerca de dez anos, o Brasil conheceu os primeiros sites que ofereciam o home broker, sistema de compra e venda de ações pela internet. Agora desembarca no país uma geração de sites que oferecem acesso a fundos de investimento até então ao alcance apenas dos milionários.
Seu conteúdo informacional é simples e acessível, em formato de vídeos, ferramentas interativas e tutoriais bem práticos. Esta nova geração de sites vai revolucionar ainda mais a forma como os brasileiros investem seus recursos.
Nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia a desconcentração bancária nas finanças pessoais se deu independentemente da internet. No Brasil, é a web que vai viabilizar este processo, de forma igualmente benéfica para o investidor.

Órama

A primeira loja de fundos da internet brasileira chama-se ÓRAMA (orama.com.br). O nome significa Visão, em grego, e a empresa é dos mesmos sócios que fundaram a ÁGORA, que foi durante quase 10 anos a maior corretora de valores do Brasil, e uma das maiores corretoras online do mundo.
A ÓRAMA promete revolucionar a indústria de Fundos de Investimentos no país. Pela primeira vez, qualquer investidor com R$ 5 mil pode aplicar nos melhores fundos do mercado. O que a ÓRAMA faz é uma rigorosa seleção, pois ela não pretende ser um supermercado com centenas ou milhares de opções de fundos, mas sim oferecer efetivamente os melhores.
Para cada fundo escolhido, ela monta um FIC (Fundo de Investimento em Cotas), com uma aplicação mínima de R$ 5 mil. Assim, tudo o que for aplicado neste FIC é investido no Fundo Alvo. Por exemplo, se você aplicar R$ 5 mil no ÓRAMA Gávea, a ÓRAMA vai completar o mínimo do Gávea (Fundo Alvo), ou seja, colocar mais R$ 295 mil e investir um total de R$ 300 mil lá.
Quando você quiser resgatar, é a mesma coisa. Você resgata o quanto deseja (mínimo de R$ 3 mil) e a ÓRAMA se responsabiliza pela diferença. Por isto, ela cobra uma taxa de administração de 0,6% ao ano, que é um valor bem razoável para que você possa investir nos fundos onde até hoje somente os milionários brasileiros investiam. E é só isso, pois a ÓRAMA não cobra taxa de performance.

Como escolher o melhor fundo para você?

Mas como escolher os melhores fundos na hora de montar uma carteira? Muito simples, tem uma excelente ferramenta no site chamada Selecionador de Fundos, na qual você responde 6 perguntas e ela te indica os melhores fundos para o seu perfil e objetivo. Simples assim.
Ou seja, você faz tudo sozinho, usando toda a sua autonomia.

Conclusão

Conheço o trabalho da Órama há algum tempo e confesso que fiquei impressionado com a proposta da empresa. Na minha visão, o grande diferencial é oferecer os melhores fundos de investimento existentes no mercado, através de pequeno investimento inicial e baixa taxa de administração.
São fundos muito bem administrados por gestores renomados, concebidos inicialmente apenas para grandes investidores, e que, pela estratégia da Órama, tornam-se acessíveis ao pequeno investidor, pois a empresa soma vários pequenos aportes e se o total não alcançar a aplicação mínima do fundo alvo, ela mesma completa a diferença para atingir o valor mínimo estipulado.
E se a estratégia já é excelente, a taxa de administração cobrada é totalmente fora da realidade do mercado de fundos. Enquanto a maioria dos fundos existentes no mercado cobra taxa de administração acima de 2% ao ano e, muitas vezes, taxa de performance, a Órama tem uma taxa de administração de apenas 0,6% ao ano e não cobra taxa de performance.
Enfim, minha sugestão é que você acesse o site da Órama, conheça os produtos existentes, tire todas as suas dúvidas e, se gostar (assim como eu gostei bastante), escolha a Órama como parte da sua estratégia de investimento em ações.


Adorei a sugestão, vou pensar!
Obrigada pela sua visita,
Um abraço,

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

10 dicas para construir uma ótima rede de contatos

shutterstock_9775672Uma boa rede de contatos é justamente uma boa… rede. Quem são as pessoas que você conhece que podem agir exatamente como uma rede, que você joga adiante para atingir seus objetivos? Para desenvolver um bom network, é importante deixar claro o que você quer. Mas também é fundamental entender que você é parte da rede de outra pessoa e tem de estar disposto a se esforçar por ela também.
E como se desenvolve essa rede? O coach Mike “Ambassador” Bruny* elencou as seguintes dicas no site do Young Entrepreneur Council. Confira.

1. Tenha um objetivo. Antes de ir a um evento de networking, dedique um tempo para estabelecer o que você procura no atual momento. Fazer isso aumenta as chances de reconhecer aquilo que pode ajudá-lo. Podem ser um novo sócio, oportunidades diferentes, fornecedores etc. Você precisa estar pronto quando alguém fizer perguntas como “de que maneira posso te ajudar?”, “o que você procura?” ou “quem é o seu cliente ideal?”
2. Saiba o que você tem para oferecer. Seus pontos fortes e seus contatos permitem que você ajude as pessoas que conhece. Em vez de ter de vasculhar sua agenda para encontrar um nome, tenha um bom conhecimento de quem são as pessoas influentes na sua rede atual. E pessoas não são o único recurso que você pode oferecer – conhecer bons serviços, por exemplo, pode ser útil.
3. Tenha cartões de visita. Ou não. Se você vai utilizá-los, mantenha-os em um lugar de fácil acesso e separados dos cartões que você vai receber de outras pessoas. Se não tem bolsos, use um porta-cartão. Outra técnica é utilizar um aplicativo como o #Hashable (disponível para iPhone e Android), que permite a troca de informações de contato virtualmente.
4. Esteja no estado de espírito certo. Antes de entrar em qualquer evento, pense: “Eu estou aqui para servir”. Você precisa lembrar que não vai vender nada, e sim se conectar com outra pessoa e talvez oferecer algo a ela.
5. Ofereça a sua mão. Mantenha a sua mão direita livre para cumprimentar as pessoas. Se você vai segurar algo, certifique-se de que está seco. Não há nada pior do que apertar uma mão fria e úmida. Segure a cerveja, o vinho ou qualquer bebida com a mão esquerda.
6. Use o crachá. Enquanto a bebida deve estar na sua mão esquerda, o crachá deve estar abaixo do ombro, no seu lado direito. Isso é importante porque facilita a apresentação para quem está cumprimentando você ou o apresentando a outra pessoa. Se a pessoa se dirige ao seu lado direito para apertar a sua mão, ela só precisa olhar rapidamente para o seu crachá.
7. Faça anotações. Uma ótima maneira de lembrar o que você falou para as pessoas é fazer anotações nos próprios cartões de visita. Se não houver cartão, use papel ou um dispositivo eletrônico. Algumas informações importantes são a data do encontro, o nome do evento, detalhes de fisionomia que o ajudem a lembrar como a pessoa é e temas específicos que vocês discutiram e que podem ser objeto de um follow-up.
8. Faça outro contato imediatamente. Logo depois de conhecer alguém que interessa a você, use seu smartphone ou tablet e o wi-fi do local do evento para mandar um e-mail sobre o encontro de vocês, com outros dados que sejam relevantes para a pessoa.
9. Faça follow-up. É importante dar continuidade aos temas sobre os quais vocês falaram e outros que lhe ocorram depois. Digamos que você conheça alguém que precise de uma determinada impressora, mas que você não tenha as informações sobre o produto naquela hora. Mande uma mensagem com esses dados e mostre que você estava atento.
10. Refaça o contato. Isso é o que vai aumentar o nível do seu networking. Todo mundo espera que você faça um follow-up logo depois de um encontro, mas poucos dão um passo além e retomam o contato. Faça um lembrete no seu calendário para ligar ou escrever para a pessoa um ou dois meses depois do primeiro evento. Antes de falar com ela, reveja suas anotações. Assim, você pode perguntar sobre algo específico que ela comentou na ocasião. Se tem um livro ou artigo para indicar, esse é um bom momento para fazê-lo.
Você já utiliza alguma das dicas acima? Quais são suas estratégias de networking?
* Mike “Ambassador” Bruny é fundador do site AmbassadorBruny.com. Ele é coach pessoal e profissional e ajuda jovens profissionais e negócios.
O Young Entrepreneur Council (YEC) é uma organização sem fins lucrativos composta pelos jovens empreendedores mais promissores dos Estados Unidos. O YEC promove o empreendedorismo como uma solução para o desemprego e o subemprego dos jovens e dá aos seus membros acesso a ferramentas, mentores e recursos para dar apoio a cada estágio do desenvolvimento da empresa.

Obrigada pela sua visita!
Abraços,


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Inspiração: de onde vêm as boas ideias

ShutterstockNa antiguidade clássica, as grandes descobertas – para não dizer inovações – eram creditadas às musas. Filhas do todo-poderoso Zeus e da titânide Mnemósine, as nove divindades simbolizavam a inspiração – aquele estalo criativo que leva os homens a criarem as coisas que não haviam sido imaginadas por seus pares. Com o racionalismo da idade contemporânea, a tecnologia da era pós-industrial e a recente revolução digital, a inspiração tornou-se mais uma figura poética do que um estado de espírito a ser alcançado. Uma grande invenção não mais é vista como o resultado de uma experiência transcendental de criação, mas sim o fruto de um processo lógico de encadeamento de ideias, em que o lado místico da inspiração não tem espaço algum.
Mas não é que a inspiração existe e é importante para os negócios. Pelo menos é o que diz uma série de estudos recentes sobre o assunto. Talvez ela não venha da generosidade das musas, mas ocorre de processos psicológicos que não podem ser mensurados aritmeticamente nem descritos em manuais de produtividade. Embora continue sendo um termo abstrato, especialistas afirmam que a inspiração pode ser ativada, capturada e manipulada por aqueles que entenderem seus processos psicológicos.

A inspiração é um estado de graça. Ela impulsiona a pessoa da apatia para a ação e transforma o jeito que percebemos nossas capacidades. Segundo os psicólogos Todd Trash e Andrew Elliot, da Universidade de Rochester, nos EUA, a inspiração tem três aspectos centrais: evocação, transcendência e abordagem positiva. Ela é evocada espontaneamente, sem intenção. É o clique característico de quando as boas ideias nascem. Transcendente porque a ideia inspirada suplanta as preocupações e limitações cotidianas e captura uma visão panorâmica e universal sobre o assunto. Essa transcendência é percebida nos momentos de clareza e consciência das novas possibilidades. A abordagem positiva, etapa final do processo, está na transmissão e implantação da ideia visionária. Os dois psicólogos notam que a inspiração é uma ferramenta com duas pontas: as pessoas são inspiradas pelas coisas e agem em cima dessa inspiração.
Apesar de ser vista como um cavalo que pode ser montado, a inspiração não pode ser imposta. Seria inútil um líder fazer pressão para que seus colaboradores fiquem inspirados. Segundo o neurocientista Scott Barry Kaufman, a inspiração simplesmente acontece. Pode ser por força de uma musa, porém o mais provável é que aquela baita ideia tenha nascido em um ambiente aberto a novas experiências, fruto da interação dos conhecimentos prévios com as informações recebidas do mundo. Não existe fórmula para inspiração. Mas, em certos ambientes, ela encontra um campo fértil. Nasce naqueles locais onde a liderança mostra os caminhos e espelha os exemplos, onde as pessoas inteligentes estão dispostas a fugir das convenções.
Para aumentar as chances de a inspiração ocorrer, algumas coisas podem ser feitas. Domínio do campo de atuação é o ingrediente básico. Nenhum poeta escreveu uma obra-prima sem conhecer bem o segredo das palavras. Esforço é outro elemento crítico, uma vez que inspiração é um processo trabalhoso, que compreende a análise e aprimoramento de diversas situações para validá-las ou descartá-las. Estar aberto a novas ideias e experiências é outro ingrediente importante, já que permite a pessoa perceber e embarcar na ideia quando a inspiração resolve aparece. Por último, a íntima relação entre motivação e inspiração nunca pode ser negligenciada. A inspiração tem mais a ver com a motivação interna. Muitas vezes está no lado oposto da competição, que induz à performance por meio de estímulos externos. “Pessoas inspiradas têm níveis mais altos de recursos psicológicos, como confiança nas próprias habilidades, autoestima e otimismo”, diz Scott Barry Kaufman.

Então, Boas Idéias !
Um abraço a todos.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

A importância da expressão corporal

shutterstock_66193411Você se lembra de um livro chamado O Corpo Fala? De autoria do psicólogo francês Pierre Weil, a obra aborda basicamente como os nossos gestos e posturas denunciam o que realmente estamos sentindo, independentemente do que verbalizamos. Leitura recomendada por quase todos os professores de comunicação universitários, essa teoria de expressão corporal também pode ser aplicada ao mundo dos negócios. Afinal de contas, ficar nervoso em uma reunião ou apresentação importante é completamente normal. Mas existem alguns cacoetes que podem ser evitados, assim como técnicas básicas para aumentar a sua credibilidade. Quer saber quais são elas? Dê uma olhada nas dicas que Carmine Gallo, especialista em comunicação pessoal, compartilhou no site da Bloomberg Businessweek.
Estabeleça contato visual
Além de estabelecer uma conexão entre você e seu interlocutor, o famoso olho no olho transmite uma imagem de confiança e competência. Em uma reunião de negócios, o contato visual deve ser mantido em pelo menos 80% do tempo.
Controle suas manias
Tiques como estalar os dedos, brincar com a caneta ou mexer as pernas inquietamente são bastante comuns, mas podem dar a impressão de nervosismo, desatenção e insegurança.
Incline-se para frente
Jogar-se para trás na cadeira e colocar as mãos na nuca pode passar uma sensação de desinteresse. O melhor a se fazer é se inclinar levemente para frente, estabelecendo mais intimidade com a pessoa com quem você está falando.
Fale com as mãos
Se bem utilizados, gestos com as mãos podem ajudar a ilustrar o que você tem a dizer de um modo mais incisivo. Mas lembre-se de que exageros podem tornar o diálogo um tanto caricato.
Mantenha uma postura aberta
Durante negociações, preste atenção para não ficar com os braços ou as pernas cruzadas, o que, na linguagem corporal, significa uma atitude defensiva, dando a impressão de uma postura intransigente.

Obrigada pela sua visita!
Abraços,


quinta-feira, 10 de novembro de 2011

3 dicas para uma startup selecionar um bom time

ShutterstockUm dos pontos mais críticos para quem abre uma empresa é montar uma boa equipe. Não basta selecionar profissionais que tenham as melhores competências técnicas para a vaga. Para ter sucesso, é preciso que esse time abrace a visão do fundador da empresa e dê o sangue, como ele, para colocá-la em prática.
“Visão é a combinação de três elementos básicos: a razão pela qual a empresa existe – além  de ganhar dinheiro –, seus valores essenciais e imutáveis e as aspirações para o futuro. Dessas, a mais importante para a empresa ter uma longa vida são os valores”, ensina o guru norte-americano Jim Collins, autor de “Feitas para Durar” (ed. Rocco), em artigo publicado em seu site.
Mas o que o empreendedor deve fazer para formar uma equipe alinhada com seu ideal? Brenton Gieser, cofundador de duas startups (Be Social Change e Joyn In), usa sua experiência para dar três conselhos para quem está selecionando o primeiro time de sua empresa.
“Nós, empreendedores, sabemos que não podemos fazer tudo sozinhos. Precisamos de outras pessoas que contribuam com o que estamos construindo e que nos ajudem a materializar nossas visões”, diz Gieser.
Em uma série de vídeos que gravou para o site da Young Entrepreneurs Council (YEC), ele afirma que selecionar e manter um time com uma cultura vibrante, boa energia e alinhado com a visão do fundador é fundamental para uma startup – e mostra os três passos para chegar lá.
1 – Use a rede para caçar
O primeiro passo na hora de selecionar pessoas é ativar suas redes de contato. “Esse é o principal ativo do empreendedor”, afirma Gieser.
Para obter bons resultados com o networking, o empresário deve saber divulgar sua marca e suas ideias, pois só assim atrairá pessoas com interesses semelhantes.
É importante usar a rede para saber o que as pessoas estão fazendo e perguntar se amigos e colegas conhecem alguém que se interesse pelas oportunidades de trabalho que vai oferecer.
“Se sua startup usa mídias sociais, entre em grupos de interesse no LinkedIn e no Facebook. Aproveite meetups para descobrir novos grupos. Invista nas redes para achar as pessoas e ficar de olho no que estão fazendo”, completa.
2 – Mostre o que é capaz de executar
Uma empresa que está começando não tem muito o que vender – como uma marca de peso, investidores de renome ou profissionais tarimbados. “O que você tem é a sua visão. Para que as pessoas certas embarquem, é essencial fazer uma boa apresentação”, diz.
Para isso, o empreendedor deve falar sobre o sucesso de projetos que implementou, assim o candidato sentirá que o futuro chefe tem capacitade para executar aquilo que prega. “Se tiver um protótipo, mostre. Explique como vai colocar os planos em prática.”
3 – Lance sua visão sobre outras pessoas
Antes de convencer os outros de que sua empresa é promissora, o empreendedor deve saber, com clareza, o que está fazendo e por quê.
“Qual é sua proposição de valor? É preciso saber se articular para que as pessoas assimilem isso rapidamente, sintam  e se envolvam com a sua visão. Quem sabe exatamente o que quer tem mais chance de achar as pessoas certas”, afirma Gieser.
“Compartilhe e espalhe sua visão. Muitos se preocupam com propriedade intelectual mas, quanto mais você esconder, mais lentamente se moverá. Propague sua ideia, pois um de seus amigos pode conhecer alguém que tenha o que você procura.”

5 conselhos de empreendedores de sucesso

Richard Branson, do Virgin Group (foto: Gettyimages)Richard Branson, do Virgin Group (foto: Gettyimages)
Ao contrário do que afirma a sabedoria popular, conselhos podem ser uma ótima fonte de crescimento e inspiração (e, às vezes, eles podem vir de graça, por que não?). Pensando nisso, a consultora Jen Kushell, do blog YSN, selecionou alguns dos melhores conselhos compartilhados publicamente por grandes líderes do mundo dos negócios. Vale a pena conferir. Afinal de contas, não é todo dia que o Richard Branson tem algo a dizer para você ;).

“Encare a realidade como ela é, não como você gostaria que ela fosse” - Jack Welch
É importante manter uma certa dose de foco e pragmatismo. Visões ambiciosas são positivas quando inseridas em contextos de mercado bem definidos.
“Oportunidades de negócios são como um ônibus: sempre tem outra vindo” - Richard Branson
Perder um contrato ou um cliente é sempre ruim, mas não é o fim da linha. Não se desespere e lembre que momentos como esses são ótimas oportunidades para enxergar pontos fracos e preparar-se melhor para oportunidades futuras.
“Aprenda a fazer não só as coisas de que você gosta, mas também as que são boas para a empresa” - Michael Dell
Empreendedores devem estar dispostos a fazer sacrifícios pessoais e desenvolver novas habilidades além de suas preferências pessoais. Faça um esforço para sair de sua zona de conforto.
“Você não precisa ser o maior para competir com os maiores” – Ross Perot
Ninguém precisa ter a maior estrutura do mundo para oferecer produtos e soluções excelentes. Lembre-se de que toda empresa, por maior que seja, já começou do zero um dia.
“Já que você vai pensar em algo, pense grande” – Donald Trump
Diferentemente de estabelecer metas ingênuas e impossíveis, pensar grande tem a ver com explorar todo o potencial da sua empresa. Todo produto ou serviço pode ser melhorado ou expandido.

Espero ter ajudado!
Abraços,