segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Os modismos corporativos não reconhecem limites


Os modismos corporativos não reconhecem limitesCaro leitor, esse artigo tem uma história toda própria. Na ultima quinta-feira, preocupado em poupá-los da temática político-econômica (para a qual retornarei tão logo os recentes acontecimentos se consolidem, afinal de contas, com novo imposto sobre saúde chegando, ímpetos de controle da imprensa em pauta e mudança de ação monetária para fiscal, não faltarão assuntos!), me peguei observando a manhã ensolarada pela janela, com uma imensa dúvida sobre o que escrever.
Meus dedos coçavam para fazer esse texto, mas eu estava sem saber que caminho adotar. Tudo bem, quem escreve é assim mesmo, se expressa pelo seu texto, mas não pode ser qualquer texto, qualquer coisa. Nada mais que caprichos, assumo, mas em seu benefício, tenha certeza.
E, no meio dessa dúvida, ainda acordando, fui salvo por uma notícia postada no Twitter. Li uma vez, depois outra sem acreditar no que estava ali afirmado. A notícia era exatamente assim: “Pessoas que gostam de Rock resultam em melhores líderes, pois são mais antenadas, afirma especialista em recrutamento e seleção”. Você pode ler mais sobre a notícia no blog Combate Rock.
O susto me acordou de vez, afastando a natural indisposição de uma noite de pouquíssimas horas de sono para, em seguida, trazer o alívio: aqui está, pensei, é sobre isso que escreverei.
Arrumei-me rapidamente, organizando na cabeça as ideias que estruturariam o texto (como essa historinha, por exemplo). Em vinte minutos, cheguei ao escritório e comecei a pensar na “ciência” que deve embasar a afirmativa feita pelo especialista e divulgada no Twitter.
Fiquei imaginando, não sem conter algumas risadas, no candidato a cargo executivo preocupado em ser aceito para a vaga, mas apreciador de música clássica (ou, quem sabe, de uma boa MPB), porém com o discurso pronto para convencer o entrevistador de sua familiaridade com a guitarra - ou da forma como se sente livre para inovar quando escuta alguns “hits” antológicos dos anos setenta.
Pensei também no entrevistador, que na verdade gosta de samba e não perde a oportunidade de comprar CDs raros de bossa nova, com ar compenetrado e analítico, tomando nota para reportar aos superiores de que o líder que estavam procurando pode estar ali, bem na frente dele, afinal “ele gosta de rock, portanto é mais antenado e tem mais capacidade de liderança”.
Depois da historinha e da cena cômica da entrevista, só me restam alguns questionamentos que divido com vocês: Onde vamos chegar com isso? É razoável que um processo de contratação seja ancorado em um “bobajal” dessa magnitude?
Evidentemente que não tenho nada contra o gênero musical “Rock”, do qual confesso gostar bastante, mas pessoas “antenadas” são forjadas por curiosidade intelectual, por cultura geral, por conhecimento do processo histórico, com farta e diversificada leitura, por não alienação, por coragem em pensar por conta própria. Pela fuga aos “lugares comuns”, enfim.
Contratar profissionais executivos é atividade séria – e de alto risco. Não pode estar sujeita a superficialidades ou à modinhas de ocasião. Trata-se de um processo importantíssimo, que não pode estar ancorado em preconceitos comportamentais desse tamanho.
Precisamos de empresas fortes de verdade. Para isso, precisamos de especialistas e profissionais embasados e sólidos. Precisamos com urgência fugir e renegar esse teatro sem sentido, que não atrai nem líderes, nem bons técnicos e muito menos gente séria e comprometida. Forma atores, isso sim, e bons roteiros. Às vezes nem isso...
Até o próximo.
Foto de sxc.hu.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Você sabe qual o valor de um Contador para o MEI?



O que o MEI precisa esperar de um contador? Você sabe?  Vou tentar explicar a importância 
fundamental desse profissional para você que é um Micro Empreendedor Individual.
Desde que surgiu essa revolucionária oportunidade de se abrir ou conquistar um CNPJ sem a burocracia e os custos normais de uma abertura de empresa, vem borbulhando diversas questões sobre o papel do contabilista para esses novos e promissores empreendedores,   questões essas que nunca são abordadas ou discutidas.
Em geral os empresários – MEI – pensam que não precisam se preocupar com impostos, tributos, obrigações acessórias, empregados, etc... pois acreditam que essa realidade não pertence a essa nova vida empresarial que está iniciado. Será?
O Micro Empreendedor precisar estar ciente que para o seu sucesso, existem várias questões a serem levadas em conta para a inteligência financeira dessa empresa, como por exemplo a análise sobre o desempenho dessa empresa, formação de preço, gestão de risco ( trabalhista, tributários, financeiros),  detalhes das mudanças na legislação brasileira, gestão de risco, desenquadramento do MEI, controle de máquinas de cartão de crédito, admissão de empregados, entre muitas outras questões.
O MEI precisa entender a importância da obtenção de um CNPJ, seus benefícios, riscos, deveres e direitos,    e a importância de se levar a sério essa oportunidade de estar dentro da estatística de ser                                                   mais um empresário no mercado.
Quando todas essas questões não são de conhecimento desses novos empresários, provavelmente estão já fadados ao fracasso por falta de informação, atualização e esclarecimentos, portanto a bússola para o Micro Empreendedor Individual é o profissional de Contabilidade.
É fundamental que essas inúmeras dúvidas sejam esclarecidas a todos os Micro Empreendedores que estão surgindo com força total com inúmeras chances de crescimento e também de fracasso, contudo, conforme todo bom resultado temos que ter uma “boa receita” e a nossa receita é uma Assessoria de orientação que vai te ajudar no sucesso e crescimento do seu negócio.
A CredConf Contabilidade acredita, valoriza e oferece a oportunidade a você MEI de possuir essa bússola para o seu negócio. Oferecemos Assessoria Empresarial, Assessoria para Empregados ou Ambas. 
Consulte nosso site www.credconf.com.br e fique a vontade para entrar em contato.
Se torne um empresário de sucesso.
Boa Sorte!
CredConf  Contabilidade


segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O Papel do Contador na Gestão Tributária dos Pequenos Empreendimentos

GESTÃO DE TRIBUTOS

A gestão de tributos é um dos fatores primordiais para o sucesso de qualquer
empreendimento no Brasil. Não é à toa que a carga tributária é uma das principais
dificuldades apontadas pelos empresários, pois, de fato, a voracidade do fisco, velha
conhecida do povo brasileiro, traz graves impactos à operacionalização de qualquer
empresa e é um dos principais componentes do chamado “Custo Brasil”. Existem, porém,
maneiras de minimizar o efeito dos impostos, taxas e contribuições na saúde financeira e
econômica dos empreendimentos.
Em um país no qual são criadas cerca de trinta e sete novas normas tributárias a cada dia
(segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário – IBPT), os gestores
devem estar, acima de tudo, muito bem informados. Ainda assim, o que notamos, em
especial nas micro e pequenas empresas, é a falta de orientação dos empresários, os
quais muitas vezes não realizam sequer um planejamento tributário adequado.
A falta de preparo para lidar com os altos tributos faz com que uma grande parte desses
empreendimentos atuem na informalidade ou recorram a práticas ilícitas de sonegação
fiscal para manter as suas atividades e sobreviver, o que é prejudicial para a sociedade,
para o mercado, para a economia e para a própria empresa, a qual terá dificuldades de
crescimento.
Para que o empreendimento se desenvolva corretamente é preciso que a gestão tributária
seja implementada desde o seu nascimento, ainda na escolha do regime de tributação,
pois, ao contrário do que crê o senso comum, nem sempre a opção pelo Simples Nacional
é a mais vantajosa.
Destaca-se aí o papel do contabilista nesse processo de educação tributária de seus
clientes de pequeno porte. O contador é o profissional responsável pela geração de
informações sobre o patrimônio da empresa, evidenciando a sua situação econômica e
financeira. Assim, não basta apenas apurar os impostos e gerar guias de recolhimento,
ele deve ter também um papel-chave na construção de uma rotina de gestão de tributos.
Especialmente nas micro e pequenas empresas, onde os gestores (que, normalmente,
são os próprios empresários) não possuem, na maioria dos casos, o conhecimento
necessário da legislação tributária, o contador deve voltar esforços para expor com
clareza as opções disponíveis para a tomada de decisão, indicando as vantagens e
desvantagens de cada caminho.
Ressalta-se que, para assumir esse papel, o contador deve estar preparado para encarar
esse desafio. Dessa forma, é importante que o profissional da contabilidade esteja
sempre atualizado, atento às mudanças repentinas desse confuso cenário tributário
brasileiro. É um trabalho árduo, porém bastante recompensador.
Outro aspecto vital para uma boa gestão tributária é a organização. E para que uma
empresa possa ser considerada realmente organizada não basta apenas manter em boa
ordem os seus documentos. A organização, em um sentido mais amplo, abrange também
a “organização contábil”, com a manutenção de uma escrituração completa (ainda que
simplificada, no caso das micro e pequenas empresas) e que reproduza fielmente a
situação patrimonial, econômica e financeira daquela entidade.
Muitas pequenas empresas utilizam-se de regalias concedidas pela legislação fiscal para
não manter os registros contábeis completos, o que, no final das contas, acaba se
tornando um “tiro no pé”, pois nenhum empreendimento consegue se desenvolver de
forma sólida sem as informações geradas pela contabilidade.
De maneira geral, a Gestão Tributária é a principal arma dos pequenos empreendimentos
contra a voracidade do fisco e cabe ao contador a tarefa de muni-la com as informações
necessárias para o seu correto funcionamento.
Por: André Charone Tavares Lopes

Controle as suas emoções



shutterstock
Na semana passada, eu estava demasiadamente atarefada com um projeto da faculdade para conseguir me formar no final do ano. Eu tinha 20 dias para escrever um livro que havia começado a apurar em abril desse ano. O tempo passava, e a temida data para entregar o meu trabalho se aproximava. Em momentos como esse, é comum estarmos com os nervos à flor da pele e bastante preocupados. Afinal, quem não tem medo de falhar?
Pensando sobre esse assunto, descobri dicas valiosas para conseguir manter o controle e enfrentar momentos de grande emoção e adrenalina. As emoções não se misturam bem com os negócios ou mesmo com a vida profissional. Não importa se uma pessoa está triste, feliz, estressada ou preocupada – para que não ocorram erros no momento de uma tomada de decisão ou na conclusão de um importante projeto, é preciso manter a calma e, principalmente, usar a lógica. Neil Patel, empreendedor inglês e cofundador das empresas Crazy Egg e KISSmetrics, escreveu em seu blog Quick Sprout alguns conselhos para que empresários consigam controlar as suas emoções e obter negócios com um sucesso cada vez maior. Essas dicas podem ajudá-lo a ter a calma necessária para fechar o tão sonhado contrato.
1. Tenha os pés no chão
No caso de receber uma notícia ruim ou que não atinja todas as suas expectativas, o empreendedor não pode ficar deprimido. Ele deve pensar que nos demais negócios ou empresas existirão sempre empresários com problemas maiores e mais complexos que os seus. Caso a notícia seja positiva, o empreendedor também não pode acreditar que a batalha esteja ganha. Deve pensar que o acontecido é ótimo para os seus negócios, porém que é preciso ter a consciência de que outros empresários estarão conquistando feitos maiores que os seus.
Para controlar as suas emoções, empreendedores devem comemorar as vitórias, aprender com os fracassos e sempre desejar experimentar mais conquistas. Isso permitirá ao empreendedor não ficar feliz ou pessimista em excesso.
2. Evite pessoas muito emocionais
Aqueles que estão à nossa volta são responsáveis por influenciar as nossas atitudes e pensamentos. Por isso, para que projetos atinjam o desejado sucesso, é importante cercar-se de pessoas centradas, uma vez que estar rodeados de amigos com grandes dramas emocionais podem deslocar a atenção do empresário e até mesmo deixá-lo irritado ou perturbado.
Isso não quer dizer que o empreendedor deva cortar os laços de amizade ou companheirismo com aqueles que estão com problemas. Ele deve apenas conseguir certo grau de distanciamento para que o problema dos outros não prejudique o desempenho dos negócios e a tomada de decisão.
3. Amigos, amigos, negócios à parte
Durante o tempo de trabalho, é importante estar com todas as energias e pensamentos voltados para o sucesso do negócio. O empreendedor deve mostrar para os seus amigos e familiares que não precisa ser incomodado com besteiras enquanto está no dia a dia da empresa. Mas é valido ressaltar que essas pessoas devem procurá-lo quando tiverem informações úteis para serem discutidas. Do contrário, as conversas informais e as brincadeiras devem ficar exclusivamente para os momentos de lazer e diversão.
4. Não cante vitória antes da hora
O anúncio de um novo contrato mexe com as emoções de qualquer empresário. Para brindar a conquista, muitos fazem “happy hour”, festinhas na empresa ou mesmo almoços com sócios. Mas, antes que o contrato esteja devidamente assinado e parte do dinheiro esteja depositado na conta da empresa, é preciso ficar atento e evitar grandes comemorações. Isso fará com que o empreendedor esteja preparado emocionalmente caso alguma coisa dê errado e os planos não aconteçam da maneira que foi prevista.
E você, empreendedor, como faz para controlar as emoções e manter o equilíbrio?