quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Compreenda melhor o seu dinheiro - Automatize seu plano de investimentos



Automatize seu plano de investimentosMuitas vezes, na correria do dia-a-dia acabamos não realizando as tarefas realmente importantes para o nosso próprio bem-estar. Por exemplo, com o salário caindo na nossa conta bancária pagamos nossas despesas mensais de habitação, carnês, boletos, faturas, fazemos as compras de mercado, quitamos os impostos e taxas, guardamos um dinheiro para diversão, mas... e o dinheiro reservado para a independência financeira?
Acabamos, muitas vezes, deixando isso em segundo plano, mas tão em segundo plano que nos esquecemos de aportar dinheiro para nossos investimentos[bb]. E o preço desse esquecimento pode ser caro demais, a ponto de custar a própria independência financeira, ou pelo menos o adiamento dela. E como você não está a fim de retardar sua aposentadoria, é preciso encontrar ferramentas para suprir essas lacunas que freqüentemente podem nos ocorrer.
É aqui que entra a tática de automatizar seu plano de investimentos. Ela consiste simplesmente em programar que seu banco, periodicamente - a cada mês, por exemplo - transfira uma certa quantia em dinheiro de sua conta-corrente para a sua conta de investimentos, de forma automática, sem essa "coisa" que às vezes falha, que é a intervenção de sua vontade. A maioria dos bancos conta com essa funcionalidade em seus sites (home banking), basta descobri-la e passar a utilizá-la.
Essas contas de investimento que são administradas no "piloto automático" são o exemplo daquilo que Ramit Sethi, autor do blog I will teach you to be rich, chama de barreiras passivas ("passive barriers"). As barreiras passivas são fatores sutis que impedem você de mudar seu comportamento. Tais barreiras descrevem a ausência de alguma coisa e são eficazes na medida em que estabelecem uma nova rotina em sua vida, destinada a melhorar sua conduta.
O que é mais fácil de usar: o dinheiro que está “paradão” na conta-corrente ou o dinheiro devidamente alocado num plano de investimentos? Se você tiver R$ 500 na conta-corrente, estará "dando sopa para o azar" e a probabilidade dele ser consumido é alta. Agora, se esses mesmos R$ 500 estiverem já incorporados no saldo de seu fundo de ações - para financiar a aposentadoria - ou fundo referenciado DI - para financiar a compra de seu carro - a probabilidade dele ser utilizado é menor.
Automatize seus planos de investimento o tanto quanto possível. Assim você dificulta o acesso ao dinheiro, tornando muito mais controlável o cumprimento de seus objetivos de médio e longo prazos. Além de funcionar como um escudo contra a vontade de não realizar investimentos, a configuração de transações automáticas para os seus planos de investimentos permite também um ganho considerável de tempo, evitando que você tenha que ir até uma agência bancária, ou mesmo gastando preciosos minutos de seu tempo no home banking fazendo aquilo que o computador pode fazer por você.
Trata-se de uma medida simples, funcional e que lhe proporciona a tranquilidade necessária de que seu patrimônio[bb] está sendo gradualmente construído. De forma automática.
Crédito da foto para stock.xchng.



Lucia Helena
Departamento Comercial
CredConf Contabilidade
Tel.: (21) 7885-4552 ID: 120*97395
(21) 3203-5854 / 3203-5855 / 8779-8786


terça-feira, 28 de setembro de 2010

Contador: agente de transformação social

JORGE ASSEF FILHO


Diminuir o desemprego, amenizar a desigualdade social, trazer benefícios às empresas e impedir a corrupção. Não. Não é uma campanha política, em favor de algum candidato. Nem tampou tarefa apenas de um líder de Governo. Tais responsabilidades, indiretamente, acabam sendo de um profissional que, pode até passar despercebido fora do universo corporativo: os contadores.

Financeiramente falando, é a eles que os empresários recorrem quando precisam de um norte para a sua empresa. Também são os contadores que apuram os resultados, calculam impostos e cuidam da gestão econômica de uma companhia, dando sustentação e orientação naquilo que é o fator mais complicado no mundo comercial, o dinheiro.

Entretanto, mais do que números e burocracia, a contabilidade moderna, vem desafiando cada vez mais o contador a uma visão de futuro e novas formas de pensar. Isso porque o dinaminismo da economia global que vem reorganizando a sociedade dia-a-dia, não trouxe apenas novas imposições para os controles contábeis e mudanças nos processos de gerenciamento.

Mas, sobretudo, a exigência de uma nova postura para o profissional da área que, além de suporte mercantil, fiscal e tributário à empresa a qual presta serviços, seja apto a interpretar o processo gestão como um todo, no olhar de um consultor, especialista em planejamento e análise financeira. Conjunto de habilidades importantes para influenciar na tomada de decisões mais seguras.

Uma estratégia que pode parecer comum em meio a tempos de transformações, mas no final das contas trará impacto na diminuição das mortalidades da empresas, tanto em nosso país quanto em todo nicho global.
Essas e outras considerações nos leva a refletir que a importância do contador aumenta com o passar das horas, paralelamente à sua responsabilidade frente à sociedade e ao governo. Tudo isso, com rigor de transparência e responsabilidade cada vez maior.

Uma clara demonstração dessa idéia é aprovação da nova lei de Regência da Contabilidade, através da Lei nº 12.249 de 11 de julho de 2010, com objetivo de trazer novo impulso à classe e garantir a excelência na qualidade técnica dos serviços.

A nova legislação dá acesso ao registro aos profissionais da contabilidade mediante a obrigatoriedade do Exame de Suficiência, em vigor a partir de 01 de novembro de 2010. Mas também, dá direito á cassação do mesmo, conforme penalidades prevista na referida Lei.

Como reflexo desse movimento, temos: modernização da profissão, maior responsabilidade ao profissional e mais benefícios para as empresas e, consequentemente para a sociedade. Benefícios esses, que a lei 9.295 de 1946 já não atendia.

Um avanço, uma vez que constatamos como maior causa dos insucessos empresariais em nosso país, a falta de uma eficiência no planejamento administrativo, organizacional, contábil, financeira, jurídica, tecnológica e mercadológica do novo empresário. Essas, e outras ainda aliadas à alta carga tributária, ausência de um plano de negócio e, muitas vezes até, de aptidão empresarial, por parte do empresário.

É atendendo a todos esses anseios que cabe ao contador inovar sua prestação de serviços, tanto no que se refere à adequação das mudanças dos trâmites de ofício propriamente dito, e ainda refletir sobre as inúmeras alternativas trazidas pela modernidade.

Um desafio que não parece tão grande, quando nos deparamos com uma profissão que historicamente já somam cerca de 4 mil anos, e hoje só no Brasil, com mais de 430 mil profissionais, distribuídos por órgãos públicos, consultorias e escritórios, exercendo a profissão como analistas, auditores ou contadores.

De base desse cenário, concluímos que se por um lado as transformações vigentes contribuíram para um mercado ainda mais competitivo e dinâmico, por outro, celebramos as perspectivas que certamente são muitas. Contudo, trilhar esses novos caminhos só será possível em base na ética, flexibilidade e interdisciplinaridade. Afinal, o sucesso seja em qual área for, nada mais é do que a soma de mentes criativas, com visão de futuro e percepção de oportunidades.


Lucia Helena
Departamento Comercial
CredConf Contabilidade
Tel.: (21) 7885-4552 ID: 120*97395
(21) 3203-5854 / 3203-5855 / 8779-8786

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Vender é a questão

Em estudo divulgado pelo Sebrae no mês agosto, sobre sobrevivência e mortalidade de empresas, as principais razões apontadas pelos empreendedores para o fim de suas iniciativas foram falta de clientes e falta de capital. Nada mais natural: sem vender negócio nenhum se sustenta. A pergunta - como incrementar suas receitas? - inspirou dezenas, talvez centenas, de obras e continua a estimular novos livros com abordagens principalmente motivacionais. Entre os empreendedores existe um mito recorrente do supervendedor, que sozinho carrega a empresa nas costas e, eventualmente, lidera os companheiros a resultados triunfais.
Sem entrar muito nessa discussão, gostaria de expor outra abordagem para a questão. Algumas das melhores respostas se baseiam em modelos e não em habilidades pessoais. O empreendedor deve diversificar canais, formatos e estratégias para ampliar o alcance das vendas. Não é preciso focar apenas no balcão. Um exemplo está na edição de setembro da Pequenas Empresas & Grandes Negócios. A reportagem “O Oráculo do Vale do Silício” mostra a história do guru da internet Tim O’Reilly, que antecipou os principais movimentos tecnológicos surgidos na última década. Entre várias histórias, o empresário e escritor revela como vende seus livros. Livrarias são apenas uma parcela – a de menor participação – dos canais por meio dos quais o inventor comercializa as obras.
Ele revela que a Amazon é o principal. Até aí, nenhuma novidade. Mas, um pouco atrás da vitrine virtual e bem à frente das obras vendidas em livrarias físicas, está um portal que oferece leitura de títulos on-line através de uma assinatura mensal de 42 dólares. Em uma jogada surpreendente, Tim vende livros na forma de aplicativos para iPhone, iPod Touch e iPad comercializados na Apple Store.
Esses apps literários são vendidos a US$ 5 cada e já tiveram mais de 100 mil downloads (faça as contas 100 mil vezes 5 = 500 mil dólares). Ok, Tim é uma celebridade do mundo virtual. Mas se tivesse optado apenas pelo jeito tradicional de vender teria deixado de faturar no mínimo 1 milhão de dólares, se levarmos em consideração que a receita do clube de leitura on-line é ainda maior que a dos aplicativos.
Transformar um produto em serviço também é possível em alguns casos. A Brastemp, por exemplo, há sete anos oferece seu mais completo purificador de água por aluguel, em lugar de vender o aparelho. A companhia vende água pura em lugar de um filtro. Por uma taxa mensal, o cliente recebe o equipamento e a manutenção. Quando quiser, pode cancelar o serviço e devolver a engenhoca. Empresas de tecnologia também apostam no modelo de software como serviço: em lugar de vender o pacote, o consumidor paga por mês ou por ano para usar a solução. Exemplos desse formato são os firewall e antivírus fornecidos pelos provedores de internet.
A forma de vender também pode ser abordada. A Nestlé é um caso bem-sucedido. Há quatro anos inaugurou um canal de vendas de porta em porta. Conta hoje com 7 mil distribuidoras. E não precisa ser gigante para inovar. A operadora de turismo Embarque Nessa entrou no sistema há quatro anos. As vendas diretas representam 50% do faturamento de R$ 5 milhões da empresa.
Iniciativas já famosas como os clubes de compras grátis também mostram como inovar no modelo de vendas. Em lugar de produtos essas vitrines comercializam espaço de exposição para lançamentos e pesquisas customizadas para as marcas. A lista continua: os sites de compras coletivas também têm como negócio vender divulgação. O mais interessante é que o conceito de oferecer produtos de qualidade sem custo existe há décadas nos grupos de mídia, em especial, na televisão aberta.
Por exemplo, uma padaria que tivesse produtos próximos de vencer, em lugar de apenas vendê-los com desconto, poderia calcular as perdas (qual o percentual de produtos jogados fora por prazo de validade vencido) e simplesmente presenteá-los como brinde, antes, é claro, de perderem a validade, para quem comprar x peças ou y peso. Ou fazer um café da manhã de graça para quem comprar a partir de x valor. Poderia ainda vender pães por assinatura – um fornecimento diário em troca de mensalidade. E assim por diante. Além da diversificação de canais, soluções para as vendas passam pela maneira de reempacotar produtos na forma de vantagem.


Lucia Helena
Departamento Comercial
CredConf Contabilidade
Tel.: (21) 7885-4552 ID: 120*97395
(21) 3203-5854 / 3203-5855 / 8779-8786

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Sistema para Cálculo e Controle de Ações - IRPF

Prezado Cliente,

Este ano nossos analistas fiscais que elaboram declarações de imposto de renda de pessoas físicas, detectaram uma quantidade expressiva de clientes investindo em ações, porém verificamos que a maior parte, senão quase a totalidade deles, não possuem controle dos ganhos e perdas nas operações realizadas em bolsa de valores, visando preencher o demonstrativo de ganhos de renda variável na declaração da pessoa física.
Visando evitar estes problemas no futuro, a CredConf Contabilidade, buscou e testou algumas soluções de software no mercado, com objetivo de indicar uma ferramenta simples, de baixo custo (R$ 8,99) e que permitisse que o cliente tivesse gestão da sua carteira de ações e reunisse as informações de forma a atender a legislação do imposto de renda. Encontramos esta ferramenta no site: www.irpfbolsa.com.br
Os interessados acessem, baixem, testem o aplicativo, que a princípio atende os requisitos da legislação e efetua os cálculos atualmente de maneira correta. Evidentemente os critérios podem ser modificados, e programa deverá ser ser atualizado.


Lucia Helena
Departamento Comercial
CredConf Contabilidade
Tel.: (21) 7885-4552 ID: 120*97395
(21) 3203-5854 / 3203-5855 / 8779-8786