quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

A internet mudou a forma como você lida com seus investimentos?

A internet mudou a forma como você lida com seus investimentos?Definitivamente a internet mudou o nosso dia-a-dia em muitas áreas. Mas uma das mais evidentes se refere ao acesso à informação. É algo que sentimos quando precisamos fazer uma busca por um termo ou assunto desconhecido, endereço ou telefone de um estabelecimento, preço de um produto ou serviço e, principalmente, por investimentos.
Porém, uma conquista que costuma passar despercebida é consequência direta deste acesso à informação: a autonomia que o indivíduo passou a ter, que tem uma dimensão inédita na história humana.
Na era do conhecimento, já se tornou clichê afirmar que informação é poder. Mas informação é poder por que ela confere autonomia ao indivíduo, que passa a poder tomar decisões de forma independente.

E é assim que você toma as suas decisões de investimento?

Bom, se você está lendo este blog, provavelmente sim. Hoje muita gente já sabe que o melhor investimento não é aquele que o gerente do banco indica. A internet trouxe o acesso a muita informação, que vem através de veículos, blogs ou mesmo milhares de pessoas dispostas a compartilhar suas opiniões. E você tem autonomia para decidir o que é melhor pra você!
Isso tem sido decisivo para os investimentos pessoais. As empresas se viram obrigadas a mudar seus modelos de negócios e oferecer de maneira online tudo o que antes era feito offline.
Há cerca de dez anos, o Brasil conheceu os primeiros sites que ofereciam o home broker, sistema de compra e venda de ações pela internet. Agora desembarca no país uma geração de sites que oferecem acesso a fundos de investimento até então ao alcance apenas dos milionários.
Seu conteúdo informacional é simples e acessível, em formato de vídeos, ferramentas interativas e tutoriais bem práticos. Esta nova geração de sites vai revolucionar ainda mais a forma como os brasileiros investem seus recursos.
Nos Estados Unidos, na Europa e na Ásia a desconcentração bancária nas finanças pessoais se deu independentemente da internet. No Brasil, é a web que vai viabilizar este processo, de forma igualmente benéfica para o investidor.

Órama

A primeira loja de fundos da internet brasileira chama-se ÓRAMA (orama.com.br). O nome significa Visão, em grego, e a empresa é dos mesmos sócios que fundaram a ÁGORA, que foi durante quase 10 anos a maior corretora de valores do Brasil, e uma das maiores corretoras online do mundo.
A ÓRAMA promete revolucionar a indústria de Fundos de Investimentos no país. Pela primeira vez, qualquer investidor com R$ 5 mil pode aplicar nos melhores fundos do mercado. O que a ÓRAMA faz é uma rigorosa seleção, pois ela não pretende ser um supermercado com centenas ou milhares de opções de fundos, mas sim oferecer efetivamente os melhores.
Para cada fundo escolhido, ela monta um FIC (Fundo de Investimento em Cotas), com uma aplicação mínima de R$ 5 mil. Assim, tudo o que for aplicado neste FIC é investido no Fundo Alvo. Por exemplo, se você aplicar R$ 5 mil no ÓRAMA Gávea, a ÓRAMA vai completar o mínimo do Gávea (Fundo Alvo), ou seja, colocar mais R$ 295 mil e investir um total de R$ 300 mil lá.
Quando você quiser resgatar, é a mesma coisa. Você resgata o quanto deseja (mínimo de R$ 3 mil) e a ÓRAMA se responsabiliza pela diferença. Por isto, ela cobra uma taxa de administração de 0,6% ao ano, que é um valor bem razoável para que você possa investir nos fundos onde até hoje somente os milionários brasileiros investiam. E é só isso, pois a ÓRAMA não cobra taxa de performance.

Como escolher o melhor fundo para você?

Mas como escolher os melhores fundos na hora de montar uma carteira? Muito simples, tem uma excelente ferramenta no site chamada Selecionador de Fundos, na qual você responde 6 perguntas e ela te indica os melhores fundos para o seu perfil e objetivo. Simples assim.
Ou seja, você faz tudo sozinho, usando toda a sua autonomia.

Conclusão

Conheço o trabalho da Órama há algum tempo e confesso que fiquei impressionado com a proposta da empresa. Na minha visão, o grande diferencial é oferecer os melhores fundos de investimento existentes no mercado, através de pequeno investimento inicial e baixa taxa de administração.
São fundos muito bem administrados por gestores renomados, concebidos inicialmente apenas para grandes investidores, e que, pela estratégia da Órama, tornam-se acessíveis ao pequeno investidor, pois a empresa soma vários pequenos aportes e se o total não alcançar a aplicação mínima do fundo alvo, ela mesma completa a diferença para atingir o valor mínimo estipulado.
E se a estratégia já é excelente, a taxa de administração cobrada é totalmente fora da realidade do mercado de fundos. Enquanto a maioria dos fundos existentes no mercado cobra taxa de administração acima de 2% ao ano e, muitas vezes, taxa de performance, a Órama tem uma taxa de administração de apenas 0,6% ao ano e não cobra taxa de performance.
Enfim, minha sugestão é que você acesse o site da Órama, conheça os produtos existentes, tire todas as suas dúvidas e, se gostar (assim como eu gostei bastante), escolha a Órama como parte da sua estratégia de investimento em ações.


Adorei a sugestão, vou pensar!
Obrigada pela sua visita,
Um abraço,

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

10 dicas para construir uma ótima rede de contatos

shutterstock_9775672Uma boa rede de contatos é justamente uma boa… rede. Quem são as pessoas que você conhece que podem agir exatamente como uma rede, que você joga adiante para atingir seus objetivos? Para desenvolver um bom network, é importante deixar claro o que você quer. Mas também é fundamental entender que você é parte da rede de outra pessoa e tem de estar disposto a se esforçar por ela também.
E como se desenvolve essa rede? O coach Mike “Ambassador” Bruny* elencou as seguintes dicas no site do Young Entrepreneur Council. Confira.

1. Tenha um objetivo. Antes de ir a um evento de networking, dedique um tempo para estabelecer o que você procura no atual momento. Fazer isso aumenta as chances de reconhecer aquilo que pode ajudá-lo. Podem ser um novo sócio, oportunidades diferentes, fornecedores etc. Você precisa estar pronto quando alguém fizer perguntas como “de que maneira posso te ajudar?”, “o que você procura?” ou “quem é o seu cliente ideal?”
2. Saiba o que você tem para oferecer. Seus pontos fortes e seus contatos permitem que você ajude as pessoas que conhece. Em vez de ter de vasculhar sua agenda para encontrar um nome, tenha um bom conhecimento de quem são as pessoas influentes na sua rede atual. E pessoas não são o único recurso que você pode oferecer – conhecer bons serviços, por exemplo, pode ser útil.
3. Tenha cartões de visita. Ou não. Se você vai utilizá-los, mantenha-os em um lugar de fácil acesso e separados dos cartões que você vai receber de outras pessoas. Se não tem bolsos, use um porta-cartão. Outra técnica é utilizar um aplicativo como o #Hashable (disponível para iPhone e Android), que permite a troca de informações de contato virtualmente.
4. Esteja no estado de espírito certo. Antes de entrar em qualquer evento, pense: “Eu estou aqui para servir”. Você precisa lembrar que não vai vender nada, e sim se conectar com outra pessoa e talvez oferecer algo a ela.
5. Ofereça a sua mão. Mantenha a sua mão direita livre para cumprimentar as pessoas. Se você vai segurar algo, certifique-se de que está seco. Não há nada pior do que apertar uma mão fria e úmida. Segure a cerveja, o vinho ou qualquer bebida com a mão esquerda.
6. Use o crachá. Enquanto a bebida deve estar na sua mão esquerda, o crachá deve estar abaixo do ombro, no seu lado direito. Isso é importante porque facilita a apresentação para quem está cumprimentando você ou o apresentando a outra pessoa. Se a pessoa se dirige ao seu lado direito para apertar a sua mão, ela só precisa olhar rapidamente para o seu crachá.
7. Faça anotações. Uma ótima maneira de lembrar o que você falou para as pessoas é fazer anotações nos próprios cartões de visita. Se não houver cartão, use papel ou um dispositivo eletrônico. Algumas informações importantes são a data do encontro, o nome do evento, detalhes de fisionomia que o ajudem a lembrar como a pessoa é e temas específicos que vocês discutiram e que podem ser objeto de um follow-up.
8. Faça outro contato imediatamente. Logo depois de conhecer alguém que interessa a você, use seu smartphone ou tablet e o wi-fi do local do evento para mandar um e-mail sobre o encontro de vocês, com outros dados que sejam relevantes para a pessoa.
9. Faça follow-up. É importante dar continuidade aos temas sobre os quais vocês falaram e outros que lhe ocorram depois. Digamos que você conheça alguém que precise de uma determinada impressora, mas que você não tenha as informações sobre o produto naquela hora. Mande uma mensagem com esses dados e mostre que você estava atento.
10. Refaça o contato. Isso é o que vai aumentar o nível do seu networking. Todo mundo espera que você faça um follow-up logo depois de um encontro, mas poucos dão um passo além e retomam o contato. Faça um lembrete no seu calendário para ligar ou escrever para a pessoa um ou dois meses depois do primeiro evento. Antes de falar com ela, reveja suas anotações. Assim, você pode perguntar sobre algo específico que ela comentou na ocasião. Se tem um livro ou artigo para indicar, esse é um bom momento para fazê-lo.
Você já utiliza alguma das dicas acima? Quais são suas estratégias de networking?
* Mike “Ambassador” Bruny é fundador do site AmbassadorBruny.com. Ele é coach pessoal e profissional e ajuda jovens profissionais e negócios.
O Young Entrepreneur Council (YEC) é uma organização sem fins lucrativos composta pelos jovens empreendedores mais promissores dos Estados Unidos. O YEC promove o empreendedorismo como uma solução para o desemprego e o subemprego dos jovens e dá aos seus membros acesso a ferramentas, mentores e recursos para dar apoio a cada estágio do desenvolvimento da empresa.

Obrigada pela sua visita!
Abraços,


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Inspiração: de onde vêm as boas ideias

ShutterstockNa antiguidade clássica, as grandes descobertas – para não dizer inovações – eram creditadas às musas. Filhas do todo-poderoso Zeus e da titânide Mnemósine, as nove divindades simbolizavam a inspiração – aquele estalo criativo que leva os homens a criarem as coisas que não haviam sido imaginadas por seus pares. Com o racionalismo da idade contemporânea, a tecnologia da era pós-industrial e a recente revolução digital, a inspiração tornou-se mais uma figura poética do que um estado de espírito a ser alcançado. Uma grande invenção não mais é vista como o resultado de uma experiência transcendental de criação, mas sim o fruto de um processo lógico de encadeamento de ideias, em que o lado místico da inspiração não tem espaço algum.
Mas não é que a inspiração existe e é importante para os negócios. Pelo menos é o que diz uma série de estudos recentes sobre o assunto. Talvez ela não venha da generosidade das musas, mas ocorre de processos psicológicos que não podem ser mensurados aritmeticamente nem descritos em manuais de produtividade. Embora continue sendo um termo abstrato, especialistas afirmam que a inspiração pode ser ativada, capturada e manipulada por aqueles que entenderem seus processos psicológicos.

A inspiração é um estado de graça. Ela impulsiona a pessoa da apatia para a ação e transforma o jeito que percebemos nossas capacidades. Segundo os psicólogos Todd Trash e Andrew Elliot, da Universidade de Rochester, nos EUA, a inspiração tem três aspectos centrais: evocação, transcendência e abordagem positiva. Ela é evocada espontaneamente, sem intenção. É o clique característico de quando as boas ideias nascem. Transcendente porque a ideia inspirada suplanta as preocupações e limitações cotidianas e captura uma visão panorâmica e universal sobre o assunto. Essa transcendência é percebida nos momentos de clareza e consciência das novas possibilidades. A abordagem positiva, etapa final do processo, está na transmissão e implantação da ideia visionária. Os dois psicólogos notam que a inspiração é uma ferramenta com duas pontas: as pessoas são inspiradas pelas coisas e agem em cima dessa inspiração.
Apesar de ser vista como um cavalo que pode ser montado, a inspiração não pode ser imposta. Seria inútil um líder fazer pressão para que seus colaboradores fiquem inspirados. Segundo o neurocientista Scott Barry Kaufman, a inspiração simplesmente acontece. Pode ser por força de uma musa, porém o mais provável é que aquela baita ideia tenha nascido em um ambiente aberto a novas experiências, fruto da interação dos conhecimentos prévios com as informações recebidas do mundo. Não existe fórmula para inspiração. Mas, em certos ambientes, ela encontra um campo fértil. Nasce naqueles locais onde a liderança mostra os caminhos e espelha os exemplos, onde as pessoas inteligentes estão dispostas a fugir das convenções.
Para aumentar as chances de a inspiração ocorrer, algumas coisas podem ser feitas. Domínio do campo de atuação é o ingrediente básico. Nenhum poeta escreveu uma obra-prima sem conhecer bem o segredo das palavras. Esforço é outro elemento crítico, uma vez que inspiração é um processo trabalhoso, que compreende a análise e aprimoramento de diversas situações para validá-las ou descartá-las. Estar aberto a novas ideias e experiências é outro ingrediente importante, já que permite a pessoa perceber e embarcar na ideia quando a inspiração resolve aparece. Por último, a íntima relação entre motivação e inspiração nunca pode ser negligenciada. A inspiração tem mais a ver com a motivação interna. Muitas vezes está no lado oposto da competição, que induz à performance por meio de estímulos externos. “Pessoas inspiradas têm níveis mais altos de recursos psicológicos, como confiança nas próprias habilidades, autoestima e otimismo”, diz Scott Barry Kaufman.

Então, Boas Idéias !
Um abraço a todos.


terça-feira, 22 de novembro de 2011

A importância da expressão corporal

shutterstock_66193411Você se lembra de um livro chamado O Corpo Fala? De autoria do psicólogo francês Pierre Weil, a obra aborda basicamente como os nossos gestos e posturas denunciam o que realmente estamos sentindo, independentemente do que verbalizamos. Leitura recomendada por quase todos os professores de comunicação universitários, essa teoria de expressão corporal também pode ser aplicada ao mundo dos negócios. Afinal de contas, ficar nervoso em uma reunião ou apresentação importante é completamente normal. Mas existem alguns cacoetes que podem ser evitados, assim como técnicas básicas para aumentar a sua credibilidade. Quer saber quais são elas? Dê uma olhada nas dicas que Carmine Gallo, especialista em comunicação pessoal, compartilhou no site da Bloomberg Businessweek.
Estabeleça contato visual
Além de estabelecer uma conexão entre você e seu interlocutor, o famoso olho no olho transmite uma imagem de confiança e competência. Em uma reunião de negócios, o contato visual deve ser mantido em pelo menos 80% do tempo.
Controle suas manias
Tiques como estalar os dedos, brincar com a caneta ou mexer as pernas inquietamente são bastante comuns, mas podem dar a impressão de nervosismo, desatenção e insegurança.
Incline-se para frente
Jogar-se para trás na cadeira e colocar as mãos na nuca pode passar uma sensação de desinteresse. O melhor a se fazer é se inclinar levemente para frente, estabelecendo mais intimidade com a pessoa com quem você está falando.
Fale com as mãos
Se bem utilizados, gestos com as mãos podem ajudar a ilustrar o que você tem a dizer de um modo mais incisivo. Mas lembre-se de que exageros podem tornar o diálogo um tanto caricato.
Mantenha uma postura aberta
Durante negociações, preste atenção para não ficar com os braços ou as pernas cruzadas, o que, na linguagem corporal, significa uma atitude defensiva, dando a impressão de uma postura intransigente.

Obrigada pela sua visita!
Abraços,