![]() Um dos grandes objetivos de boa parte de nossas matérias e posts é tentar fazer com que você, leitor-empreendedor, fuja do proverbial “errar é humano, repetir…”. Na verdade, seria ótimo se todo empreendedor bem-intencionado não tivesse de ouvir nem o começo dessa frase. Mas isso não acontece, não é? Então vamos ao que interessa. Como todo mundo já errou alguma vez na sua vida empreendedora, pegamos a experiência do jovem empresário e blogueiro americano Neil Patel – duas empresas digitais, dez anos de experiência – para listar alguns dos erros que seu negócio deve evitar ao máximo. Quais já estão na sua lista? Quais você ainda pode evitar? 1) Ser babá de seus funcionários Sim, você precisa ter um bom relacionamento com seus funcionários e tem que fazer de tudo para conquistar a confiança deles e criar um ambiente coeso. Mas, para Patel, quanto mais íntimo você fica, maiores são as chances de deixarem que você resolva os problemas deles. Dê espaço para que cresçam, enfrentando seus desafios sozinhos. Ou seja, seja um chefe bacana, mas nada de virar babá. 2) Ser muito generoso É preciso ser generoso com seus colegas de trabalho. Mas sabe aquele outro ditado que diz que, quando você dá uma mão, todos já correm para pedir também o braço? Então dose sua magnanimidade, e seus colaboradores também se esforçarão para conquistar aquilo que querem. 3) Deixar de fazer networking Mesmo que você tenha conseguido construir uma rede forte de contatos, ela não permanecerá consistente se você não continuar se engajando com cada um deles e mostrando que essa teia é importante. E não deixe de adicionar novos membros ao seu grupo. Fazer networking é um exercício constante, mas recompensador. 4) Não usar a imprensa como ferramenta Lidar com a imprensa pode não ser sua especialidade, mas usar os veículos de comunicação ao seu favor não só traz publicidade, mas também pode ajudá-lo a fechar negócios e atrair investidores. Só tome cuidado para fazer isso da forma correta. Às vezes, a abordagem errada pode mais “queimar o seu filme” do que garantir a matéria de capa (leia aqui uma matéria que fiz sobre como fazer um press release eficiente). Aqui você pode ler mais dicas de Patel (em inglês). Para terminar o artigo, vou deixar duas dicas pessoais em relação a erros que venho observando: 5) Achar que sua ideia é perfeita Não comece um negócio achando que sua ideia é perfeita. Ela provavelmente não é, mesmo que você não enxergue isso de início. O melhor a fazer é usar um pouco de humildade para pedir a opinião de gente que já passou pelo mesmo que você. Com certeza vai fazer com que você não se pegue repetindo, diversas vezes, “Por que eu não pensei nisso?”. 6) Acreditar que pode conquistar as mídias sociais Esse é um erro de gula. Se você não tem capital para investir em uma estrutura eficiente para trabalhar essas ferramentas – equipe exclusiva, dinheiro para investir em estratégias – não tente abocanhar todas as mídias sociais existentes só com uma mordida. Escolha aquelas que se encaixam mais no perfil da sua empresa e que poderão trazer um retorno mais eficiente. |
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Seis erros que sua empresa deve evitar
terça-feira, 12 de julho de 2011
Dica que vale ouro
É com imenso prazer que anuncio em primeira mão a abertura das inscrições para o melhor curso de Educação Financeira que conheço: A Classe Alta – Os truques de marketing e psicologia que aprisionam a classe média e o que fazer para enriquecer.Quem acompanha o Quero Ficar Rico a algum tempo sabe que dificilmente recomendo algum curso, pois sou muito criterioso na escolha e conheço poucos que valham a pena ser recomendados. A Classe Alta, no entanto, eu conheço e recomendo. Essa é uma dica que vale ouro.
O intuito deste artigo é apresentar as novidades da nova turma do curso A Classe Alta, explicando os objetivos do programa, o que o curso não é e quais os materiais bônus que acompanham a nova versão do programa.
A Classe Alta
O programa “A Classe Alta – Os truques de marketing e psicologia que aprisionam a classe média e o que fazer para enriquecer“, como o próprio título deixa claro, explora como o marketing e comportamentos intríssecos na sociedade promovem a cultura do “ganhar para gastar”, sem geração de riqueza. Além de mostrar como se livrar desses comportamentos, o programa ainda dá várias dicas para construir riqueza.
Através de diversos livros digitais e entrevistas, o programa está organizado da seguinte forma:
§ Casos reais de sucesso
§ Educação Financeira
§ Empreendedorismo
§ Nível pessoal e imagem
O que o programa não é
A Classe Alta não é um “esquema para ganhar dinheiro rápido”, um sistema de pirâmide ou um conjunto genérico de dicas de como viver uma vida frugal (e triste), ganhar pequenos aumentos de salário ou uma lista de investimentos que somente estão ao alcance de quem tem um grande capital inicial.
O que o pacote inclui?
O carro-chefe do programa é o livro digital “A Classe Alta – Os truques de marketing e psicologia que aprisionam a classe média e o que fazer para enriquecer“. O livro tem 125 páginas, atividades interativas e acesso à rede social exclusiva para discussões e networking.
Além desse livro (e de todas as ferramentas que ele oferece), há também mais 22 produtos que complementam o aprendizado e exploram os quatro pilares do programa (casos de sucesso, educação financeira, empreendedorismo e nível pessoal).
Uma das grandes novidades dessa edição é o livro digital “Quero Ficar Rico“, escrito por mim e organizado de forma estruturada e selecionada nos seguintes tópicos: I) Educação financeira, II) Investimentos: Renda fixa, III) Investimentos: Renda variável.
Garantia
Esse ponto, na minha opinião, é um dos maiores atestados de sucesso do programa. Aa LEI brasileira de consumidor estabelece o direito de arrependimento: se não gostou de qualquer coisa que comprou, tem até sete dias para pedir que o estabelecimento restitua seu dinheiro. Isso vale aqui e em qualquer outro site brasileiro onde você compre produtos.
Entretanto o programa A Classe Alta vai mais longe: garante a devolução do seu dinheiro até 30 dias após a compra. Isso confirma o propósito de querer ver você satisfeito com o programa – ou devolver o valor investido, e saber quais foram os motivos da insatisfação para continuar aperfeiçoando o material.
Ficou interessado?
Se ficou interessado e quer conhecer ainda mais o programa, acesse o link a seguir: A Classe Alta – Os truques de marketing e psicologia que aprisionam a classe média e o que fazer para enriquecer.
Agora corra, pois são apenas 150 vagas e novas turmas levam um bom tempo para serem abertas. A última turma foi aberta em março (quatro meses atrás) e não há previsão de quando outra turma será aberta. Tenho certeza que você não vai se arrepender!
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Principais erros de quem poupa para aposentadoria
Preocupar-se com a aposentadoria é quase que uma obrigação para quem pensa em dispor de uma renda que cubra as necessidades do futuro. Confiar na previdência social (INSS) ou num único plano de previdência privada pode ser um tiro no pé, caso algo dê errado.Além de existirem muitas pessoas que não poupam para aposentadoria, há outras que mesmo poupando, ainda cometem erros que reduzem sua capacidade de poupança ou retardar o alcance da independência financeira. Li na semana passada a excelente matéria “12 erros de quem poupa para aposentadoria“, publicada no Portal Exame, com o consultor financeiro Gustavo Cerbasi. Todas as dicas são muito valiosas, mas duas delas impactam diretamente na rentabilidade do investimento e na capacidade de poupança ao longo do tempo. E esses principais erros de quem poupa para aposentadoria serão explorados ao longo deste artigo. Excesso de conservadorismo até entre os mais jovensÉ impressionante a quantidade de pessoas que optam por fazer planos de previdência muito conservadores, mesmo quando possuem o tempo a seu favor. A partir do momento que o plano para aposentadoria tem duração de 20 ou 30 anos, não faz sentido deixar quase que a totalidade do dinheiro em renda fixa. É de conhecimento geral que investimentos em renda variável (ações, por exemplo), a longo prazo, tendem a render bem mais que a renda fixa. Principalmente quando atravessemos períodos de baixa na bolsa, como o que estamos passando agora, onde o potencial de rentabilidade é ainda maior para o futuro. Apesar disso, pesquisas mostram que apenas 33% dos investidores abaixo de 30 anos optam por planos de previdência agressivos (até 49% do patrimônio em renda variável). Isso é, na minha opinião, desperdiçar excelentes oportunidades de construção de patrimônio para o futuro. Fazendo a opção por planos mais agressivos no início e migrando esses investimentos para planos mais conservadores com o passar do tempo, fará com que você construa um patrimônio bem interessante nos primeiros anos e mantenha esse patrimônio no final. Comprar imóvel cedo demaisQuem já leu artigos no Quero Ficar Rico como por exemplo “Comprar casa própria ou alugar imóvel?” conhece minha opinião sobre essa questão. Sou totalmente a favor de alugar um imóvel ao invés de comprá-lo, sobretudo no começo da vida a dois. Vivemos numa cultura onde as primeiras grandes conquistas são a compra de um carro e a compra da casa própria. Além de serem dois bens destruidores de riqueza (ler o artigo “O que é ser rico para você?“), podem trazer grandes problemas quando comprados sem planejamento ou na hora errada. No caso do imóvel (tema desse tópico), a compra desse bem por volta dos 30 anos traz dois problemas. Em primeiro lugar, se o jovem for casado, vai comprar um imóvel maior que suas necessidades atuais. Como sua renda ainda não é muito alta, será necessário financiá-lo por um prazo longo. Ou seja, o imóvel terá que ser adequado para suprir as necessidades do casal durante um bom tempo, inclusive quando os filhos vierem. Em segundo lugar, ao comprometer boa parte de sua renda com um financiamento longo, o jovem sem filhos deixa de poupar para a aposentadoria justamente na época em sua capacidade de poupança é maior. Além disso, ele perde a mobilidade e a liberdade de buscar um emprego do outro lado da cidade, em outro estado ou mesmo em outro país. ConclusãoOptar por planos conservadores quando você tem o tempo a seu favor ou tomar decisões que comprometem sua renda por prazos muito longos (financiamento de automóvel ou imóvel) podem atrasar ou até comprometer seu planejamento para aposentadoria. Geralmente essas atitudes são tomadas por pessoas que não possuem educação financeira e/ou encaram a poupança como sacrifício e privação da felicidade (outra dica citada na matéria). Isso é outro ponto já bastante abordado no Quero Ficar Rico, como no artigo “Viver ou juntar dinheiro? Escolho os dois!“. Todas as decisões tomadas (não apenas as financeiras!) devem ser muito bem planejadas e as consequências levadas em consideração. Ao adquirir um bem através de um financiamento, a renda (e consequentemente a capacidade de poupança) ficará comprometida por muito tempo, o que pode prejudicar diversos planos, caso esse gasto não esteja nos planos. Faça seu planejamento com equilíbrio e siga-o com bastante disciplina. |
O estresse e o profissional da contabilidade
* por Anderson Hernandes
A rotina do profissional da contabilidade está entre as mais estressantes da atualidade. Os motivos são muitos, e incluem a alta complexidade das atividades desenvolvidas, grande fluxo de informações, prazos apertados para cumprimento de diferentes obrigações, necessidade de atualização contínua e pressão de clientes.
Muito se fala sobre simplificação, mas essa palavra não faz parte do vocabulário conhecido pelo contabilista. Nos últimos anos, os profissionais da contabilidade enfrentam uma evolução nas suas atividades, e isso tornou muito complexa a sua atuação no mercado de trabalho. A tecnologia que deveria facilitar o trabalho desses profissionais trouxe ainda mais trabalho. De um lado eles têm o fisco, que altera a legislação a cada dia e aumenta significativamente o número de obrigações acessórias das empresas, do outro lado as empresas, no papel de empregadores ou de clientes, que tem uma expectativa crescente por respostas e qualidade dos serviços prestados pelos contabilistas, que estão no meio dessa tripla-relação.
Quais são os efeitos de toda pressão sobre os contabilistas? Particularmente eu diria que a profissão contábil será uma das mais estressantes profissões dos próximos anos, colocando em risco a qualidade de vida e a saúde do profissional contábil.
Com base em todo o cenário mencionado, muitos profissionais contábeis, já enfrentam uma carga excessiva de trabalho o que tem levado muitos a se afastarem de suas atividades por problemas relacionados com o estresse, transtornos de ansiedade e outros problemas emocionais. Diante de tudo isso, como podem os profissionais lidar com esse desafio?
Primeiramente o modo como o profissional da contabilidade lida com os problemas que ele enfrenta é determinante sobre o seu nível de estresse. Entender claramente que ele está envolvido com o problema, mas que ele não é responsável direto pelo problema poderá amenizar o grau de desgaste pessoal.
Estabelecer limites sobre a quantidade de horas de trabalho é outro fator importante. Obviamente o profissional contábil tem prazos a cumprir, isso exigem trabalho extra, mas a carga adicional de trabalho deve ser momentânea e não decorrente, de modo a evitar a estafa profissional.
A seletividade dos trabalhos e responsabilidades que ele aceitará, deve ser bem avaliado pelo contabilista. Assumir todos os serviços oferecidos pode ser um atenuante para a o estresse do profissional contábil, portanto ele deve dar desenvolver a habilidade de dizer não quando for necessário.
Para um trabalho que é mentalmente desgastante, estabelecer intervalos na jornada e tornar o ambiente de trabalho adequado, por incluir atividades que dão prazer ao profissional ajudará a minimizar o desgaste físico e mental.
Provavelmente estamos numa realidade profissional sem volta para os contabilistas da atualidade. Deste modo, a valorização da qualidade de vida, inclusão de atividades pessoais que auxiliem na descompressão do estresse do dia a dia, além do envolvimento de atividades pessoais e familiares saudáveis serão cada vez mais necessárias para o controle do estresse do contabilista da atualidade.
* Anderson Hernandes é empresário contábil, escritor e palestrante, autor do livro Marketing Contábil - Estratégias de Marketing para Empresas de Contabilidade www.andersonhernandes.com.br
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